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Onde estão as cidades mais humanas nas Cidades Inteligentes?

Publicado em 16 . 01 . 2019

Giselle Dziura | Uninter

 

Resumo da Palestra 

 

Muito se aborda sobre as cidades inteligentes e sustentáveis no que tange a conexão das tecnologias e a comunicação cada vez mais de modo intenso com forças cada vez mais antagônicas que envolvem o meio natural e antrópico. Essas relações se desenvolvem de tal maneira que é possível se comunicar on line ou se deslocar rapidamente de um lugar a outro do mundo.

Portanto, para falar sobre cidades, é preciso falar sobre pessoas. E a dimensão humana nos espaços urbanos conduz a refletir sobre a verdadeira essência da cidade: vivê-la plenamente, todas as suas qualidades. Ou seja, as cidades são para as pessoas.
Neste artigo vamos abordar como as pessoas vivem nas cidades, os problemas recorrentes, o que elas esperam como resposta dos espaços urbanos, e, perante esse olhar, serão trazidas algumas reflexões, como “o que é viver em uma cidade mais inteligente,
humana e sustentável”.

O espaço urbano, portanto, está diretamente relacionado à sociedade e como acontece sua estruturação no solo urbano, seja por meio de fluxos ou fixos.  A escala humana nos espaços urbanos é uma das dimensões humanas da própria cidade. Quando esses espaços são vivenciados com a dimensão do usuário do espaço, este se torna mais convidativo e as pessoas se sentem inseridas e pertencentes no meio urbano.

Andar a pé cria uma relação espacial urbana diferente de andar de carro, metrô, ônibus, bicicleta ou outro sistema de transporte.
Segurança real ou percebida, acessibilidade, sensação de pertencimento, inclusão social, infraestrutura adequada, transporte, atividades diversas, riqueza de paisagens, clareza na comunicação, são alguns dos elementos que as pessoas acreditam como fundamentais nos espaços urbanos.
O planejamento e a gestão dos espaços urbanos sempre estiveram ligados com as tecnologias de produção, transporte e  comunicações. Com a introdução das tecnologias de informação e comunicação (TICs) nos últimos vinte anos, outros tipos de interações, análises e auxílio nas tomadas de decisões foram incorporadas, constituindo um sistema de infraestrutura que prevê o armazenamento, fluxo e monitoramento de dados, com informações obtidas de modo real e comunicadas instantaneamente.
Desse modo, a cidade virtual é tão global como é local. É possível, por exemplo, obter atualizações por hora em níveis de poluição atmosférica em um bairro ou rua.
Pessoas de todo o mundo podem compartilhar suas ideias, fazer amigos, participar de palestras por meio de eventos realizadas online. A cidade virtual contribui para a economia de tempo e energia em deslocamentos reais.

 

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