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	<title>Arquivos Entrevistas - GBC Brasil</title>
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	<description>Construindo um futuro sustentável</description>
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		<title>Tecnologia aliada à sustentabilidade das obras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[GBC Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Feb 2024 09:50:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[certificação residencial]]></category>
		<category><![CDATA[GBC Condomínio]]></category>
		<category><![CDATA[Joal Teitelbaum]]></category>
		<category><![CDATA[residencial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pioneiro no Rio Grande do Sul e um dos expoentes no Brasil na adoção de práticas, soluções e tecnologias sustentáveis, o Escritório de Engenharia Joal Teitelbaum completa 63 anos de atividades em 2024. Neste período, se consolidou no mercado, sendo referência de excelência, sustentabilidade, segurança e inovação em projetos, promovendo edificações mais eficientes, saudáveis e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pioneiro no Rio Grande do Sul e um dos expoentes no Brasil na adoção de práticas, soluções e tecnologias sustentáveis, o Escritório de Engenharia Joal Teitelbaum completa 63 anos de atividades em 2024. Neste período, se consolidou no mercado, sendo referência de excelência, sustentabilidade, segurança e inovação em projetos, promovendo edificações mais eficientes, saudáveis e ambientalmente responsáveis. Anualmente, o Escritório recebe empresas de todo o País, interessadas em práticas de gestão de projetos e obras.</p>
<p>No decorrer de sua trajetória, o Escritório, que leva o nome de seu fundador, recebeu inúmeras distinções nas áreas da gestão, qualidade, tecnologia, inovação e responsabilidade socioambiental, de instituições como a Fundação Nacional da Qualidade (FNQ), Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade (PGQP), American Society for Quality (ASQ), Confederação Nacional da Indústria (CNI) e Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), entre outras. Um dos marcos de sua evolução ocorreu em 1995, com a implementação do Processo Conserve – Construção a Serviço da Ecologia.</p>
<blockquote><p>“Desde então, atualizamos esse processo de forma sistemática nos nossos empreendimentos, a partir da participação em congressos, visitas técnicas, associação ao United States Green Building Council (USGBC) e de um extenso trabalho de pesquisa, treinamento e desenvolvimento da nossa equipe de engenharia e dos parceiros estratégicos”, destaca o diretor da empresa, Flavio Teitelbaum. “Um dado que demonstra o nosso compromisso com a sustentabilidade é que, apenas nos últimos cinco anos, mais de 5 mil árvores foram preservadas com a utilização de formas plásticas nas obras gerenciadas pela Joal Teitelbaum”, pondera Flavio.</p>
<p>“Em 2023, decidimos certificar dois empreendimentos junto ao Green Building Council Brasil na categoria GBC Condomínio, como forma de chancelar as nossas práticas sustentáveis de gestão de projeto e execução de obras e para contribuirmos para o desenvolvimento setorial para uma construção cada vez mais sustentável”, emenda o diretor da empresa. Ele ressalta que a certificação é uma consequência da forma da Joal Teitelbaum de pensar, projetar e executar uma edificação. “Com certeza, o selo GBC Condomínio será uma ferramenta excepcional para validar e reconhecer nossa busca da melhoria contínua na área da sustentabilidade.”</p></blockquote>
<p>As soluções tecnológicas e sustentáveis são, sem dúvida, os grandes diferenciais das obras gerenciadas pela Joal Teitelbaum, englobando o uso eficiente de água, energia e dos materiais, a preocupação com a qualidade do ar interna, com os requisitos sociais, com o conforto termoacústico e lumínico do usuário. “O desempenho e a durabilidade de um imóvel são influenciados diretamente pela qualidade e assertividade na etapa de projeto, quando são simuladas e estudadas as diversas alternativas e, então, especificadas as soluções estruturais, de instalações, fachadas, impermeabilização e sustentabilidade que irão maximizar esses fatores”, explica Flavio. Contudo, segundo ele, “é essencial” que essas soluções estejam plenamente integradas entre si, de acordo com os requisitos das normas técnicas e de desempenho, e que sejam gerenciadas e fiscalizadas ao longo da construção e da vida útil do empreendimento.</p>
<blockquote><p>“A tecnologia, porém, não é o suficiente para o aumento do desempenho, da sustentabilidade, da durabilidade e – tampouco – para a redução no custo de manutenção nas edificações”, pondera o diretor da empresa. Flavio sinaliza que a tecnologia de ponta deve ser complementada por mais dos componentes: as pessoas e os processos. “É fundamental um sistema de gestão, fiscalização e controle nas etapas de projetos e de execução do empreendimento, aliado a parcerias estratégicas com fornecedores de comprovada capacidade técnica. Essas são peças chaves que, se integradas com as tecnologias, elevam a qualidade e o desempenho dos empreendimentos e, consequentemente, reduzem os custos de manutenção ao longo do tempo.”</p></blockquote>
<h3>Soluções sustentáveis, personalizadas e integradas</h3>
<p>Outro diferencial é que as soluções não ocorrem de forma “padronizada”. Da mesma forma que acontece nos apartamentos, onde os clientes possuem a liberdade para customizá-lo conforme suas necessidades e preferências, a etapa de projetos é igualmente personalizada.</p>
<blockquote><p>“De forma pioneira e única no Rio Grande do Sul, desde 2010, utilizamos em nossas fachadas os painéis arquitetônicos, que possuem tecnologia canadense com produção no Brasil e que entregam uma solução de comprovada qualidade e com garantia de fábrica e maior durabilidade, aliada a uma manutenção simples e reduzida”, detalha Flavio Teitelbaum.</p></blockquote>
<p>Na vanguarda da tecnologia, os painéis arquitetônicos entregam velocidade de montagem, segurança e personalização, pois possibilitam uma gama enorme de cores/tonalidades, texturas e volumetrias que se adaptam à criação arquitetônica do empreendimento. “Além disso, esses painéis garantem um conforto termoacústico superior, se comparado a uma fachada tradicional, reduzindo o consumo energético para a climatização dos ambientes, e devem estar integrados às especificações de esquadrias e vidros.” Essa especificação é um exemplo claro do uso da tecnologia, da integração e de um trabalho coletivo e colaborativo da Joal Teitelbaum com as diversas disciplinas de projeto e fornecedores de materiais.</p>
<blockquote><p>“Contratamos uma empresa especializada que realiza estudos e simulações acústicas, térmicas e lumínicas específicas em função da localização geográfica de cada projeto e de sua concepção arquitetônica”, reforça Flavio. “Seguindo as diretrizes da Norma de Desempenho NBR 15.575, são realizados o mapa de ruído, que define a classificação acústica do empreendimento; a simulação termoenergética, que fornece os dados térmicos relacionados aos dormitórios e salas dos apartamentos; e a simulação lumínica, que calcula a disponibilidade de iluminação natural nos ambientes internos.”</p></blockquote>
<p>Com os dados obtidos nessas simulações, com as características térmicas e acústicas dos revestimentos de fachada em painéis arquitetônicos e com o nível de desempenho especificado na Norma de Desempenho NBR 15575, então especificam-se as linhas de esquadrias e vidros para cada empreendimento.</p>
<p>O mesmo trabalho multidisciplinar ocorre no estudo da acústica interna dos apartamentos e entre essas unidades. “Além da utilização de linha de tubulação e conexões de esgoto, que reduz os ruídos e aumenta o conforto acústico, são realizadas simulações com base nas características e concepções estruturais, arquitetônicas e de fachadas de cada empreendimento para a consequente especificação das soluções acústicas que atenderão o nível de desempenho de cada projeto”, explica Flavio. “Quando o cliente verifica a especificação do vidro, da esquadria, da manta acústica, isso é apenas a ponta do iceberg, resultante de um extenso trabalho técnico da equipe da Joal Teitelbaum, dos projetistas, de fornecedores de materiais e de consultores.”</p>
<p>A lista de soluções tecnológicas utilizadas nos empreendimentos da Joal Teitelbaum é vasta, com a maior parte já sendo adotada há muitos anos: painéis solares para aquecimento da água de consumo e da piscina, painéis fotovoltaicos para geração de eletricidade, reaproveitamento da água de chuva e da água gerada pelos equipamentos de climatização, uso de metais com controladores de fluxo e baixa vazão, projeto de irrigação interligado ao reservatório de reaproveitamento de água, utilização de vegetação nativa (que favorece a preservação do solo, o consumo de água e serve de abrigo e refúgio para a fauna local), renovação de ar nas áreas comuns climatizadas, controle de emissão de gases em estacionamentos, telhados e paredes vegetados que promovem a redução das ilhas de calor e a redução o consumo de energia para climatização, entre outras.</p>
<blockquote><p>“Também aplicamos a automação da iluminação e dos sistemas e equipamentos do empreendimento, com medição remota e setorizada dos consumos de água, energia e gás e com possibilidade de extensão, mediante opção do cliente, para controle de todos os equipamentos de sua residência”, pontua o diretor da Joal Teitelbaum.</p></blockquote>
<p>O trabalho que a Joal Teitelbaum vem desenvolvendo busca transformar a construção e elevar a visão de que todas as edificações são iguais. “Não reinventamos a roda. Mas não podemos nos limitar e nos contentar com a comparação do famoso preço por metro quadrado. Temos que avaliar desempenho, tecnologia, sustentabilidade, durabilidade, custos de manutenção. E isso não se consegue sem um trabalho colaborativo e de uma engenharia de excelência nas etapas de projeto e execução. Esse é o nosso constante desafio”, complementa Flavio Teitelbaum.</p>
<h3>Advento da certificação Green Building</h3>
<p>Em 2023, pelo menos 223 novos empreendimentos foram certificados pelo Green Building Brasil, movimento de construção sustentável que está presente em outros 185 territórios espalhados pelo mundo. Os dados mais recentes são de novembro, mas o volume já bate recorde histórico de registros anuais (superando os 219 de 2022), e, segundo o Conselheiro administrativo do Green Building Brasil, Eduardo Costa, a tendência é aumentar a demanda pelas certificações (são elas: LEED, Zero Energy, Life e GBC Casa e condomínio).</p>
<p>Ao todo, desde que o movimento iniciou no Brasil, há 15 anos, 2.358 empreendimentos foram registrados pelo Green Building, sendo que 1.005 já possuem certificados. De acordo com o dirigente, os segmentos corporativo, logística, varejo e residencial foram os que mais se empenharam em conquistar os comprovantes de credibilidade. “A Joal Teitelbaum é um exemplo na cidade de Porto Alegre, com o registro de dois novos empreendimentos: os residenciais Unik Green e Cena Moinhos”, destaca Costa.</p>
<p>Os benefícios desta iniciativa envolvem os diversos stakeholders, poder público, incorporadores, construtores, escritórios profissionais, indústria de soluções e consumidores, afirma o dirigente. “Considerando o ciclo de vida de uma edificação de 50 anos, apenas 15% do custo é construção e 85% é custo de operação e manutenção”, detalha. “No caso, os green buildings podem reduzir os custos de operação ao ponto de um prédio residencial com poucas unidades economizar (em contas condominiais), em 50 anos, o equivalente a um novo apartamento ao morador.”</p>
<p>Costa cita outros benefícios, como aumento da velocidade de ocupação, melhora na retenção, valorização de metro quadrado e melhoria da qualidade técnica da edificação, ou seja, diferencial competitivo. Algumas situações ainda garantem descontos de taxas e tributos e vantagens em produtos financeiros, promovidos pela rede bancária, que algumas instituições oferecem a incorporadores do mercado imobiliário que buscarem a certificação GBC Casa e Condomínio do Green Building Council Brasil. “O processo de certificação significa um caminho ao incorporador considerar melhores informações para a elaboração dos projetos, evitar retrabalho, criar melhores rotinas e hábitos no canteiro de obra, mitigar riscos atrelados a atividade de obra, inclusive riscos financeiros”, avalia o dirigente.</p>
<p>Segundo ele, a principal característica dos projetos é o alinhamento entre desenvolvimento econômico, mitigação dos impactos socioambientais negativos, redução no uso dos recursos naturais e melhora da qualidade de vida e bem-estar.</p>
<blockquote><p>“O segredo de um green building está no investimento em inteligência de engenharia e arquitetura”, afirma. “Ao investir em projetos, viabilizamos o ingresso de tecnologia e inovação, ao mesmo tempo que maximizamos os resultados em eficiência, conforto e sustentabilidade. Certificações acabam sendo uma consequência natural.”</p></blockquote>
<p>Para Costa, a certificação força o desempenho acima do que regra as normas que disciplinam os diversos sistemas de uma edificação. “Está dividida em categorias como implementação, energia e atmosfera, uso eficiente da água, qualidade do ambiente interno, materiais e recursos, requisitos sociais, inovação e itens regionais. Em cada categoria, há uma série de práticas a serem atendidas pelo empreendimento”, explica. Nesse sentido, as construções sustentáveis valorizam as relações humanas que ocorrem nos espaços construídos, diminuindo o tempo de recuperação de pacientes, melhorando o aproveitamento de alunos em escolas, entre outros, avalia o conselheiro.</p>
<p>Ele relata, ainda, a melhoria do controle de poluição em canteiros de obra em bairros e cidades, contribuindo na restauração e preservação do habitat natural, na descontaminação de áreas, na exploração de espaços abertos de convívio público. “Para se ter ideia do impacto positivo desta iniciativa, as construções civis são responsáveis por 37% da poluição da camada de ozônio – então, é muito importante o trabalho em prol de minimizar este efeito”, valoriza. Outros benefícios sociais de construções sustentáveis, com enfoque na preservação do meio ambiente são a priorização do pedestre, estímulo ao transporte de baixa emissão, contribuição no retardamento do efeito enchente, redução do efeito ilha de calor nas cidades, fomento a inovação e tecnologia, criação de novos empregos com capacitação, entre outros.</p>
<p>Ao destacar que sustentabilidade é o equilíbrio do desenvolvimento econômico e da preservação ambiental, o conselheiro do Green Building alerta que o futuro depende da boa convivência entre construções e a fauna e a flora. “Já temos edificações existentes certificadas, mas precisamos de mais projetos onde seja viável a existência de árvores e pássaros no entorno”, avalia. Para Costa, a resiliência e a descarbonização da operação das obras é um “caminho correto”.</p>
<blockquote><p>“Temos certeza que o Brasil possui condições para liderar o assunto, inclusive adentrando o protagonismo em discutir o carbono incorporado das edificações”, afirma. Ele emenda que o Green Building Council Brasil vem desenvolvendo o segmento residencial e dispensado uma atenção especial ao município de Porto Alegre. No entanto, ainda há desafios, alguns deles em implementação, através de legislação específica, como o Decreto de Sustentabilidade, que prevê uma Certificação Ambiental e, através dela, desconto em IPTU e aumento de até 20% do potencial construtivo em altura. “Outro trabalho que poderia ser realizado pelo órgão público é a contribuição na conscientização sobre o tema, demonstrando o impacto financeiro e na saúde que os espaços construídos provocam nas pessoas, além da nossa contribuição a cidades mais resilientes”, complementa Costa.</p></blockquote>
<p>_<br />
<em>via <a href="https://teitelbaum.com.br/revista-best-home-edicao-69/">BestHome</a></em></p>
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		<title>Women in Green Power Engineering &#8211; Virgínia Sodré</title>
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		<dc:creator><![CDATA[GBC Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Feb 2022 15:03:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Power Engineering]]></category>
		<category><![CDATA[Virgínia Sodré]]></category>
		<category><![CDATA[WIG]]></category>
		<category><![CDATA[Women in Green]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>INSPIRE-SE. CONHEÇA UM POUCO DA HISTÓRIA DA ENGENHEIRA VIRGÍNIA SODRÉ, E SUA CONTRIBUIÇÃO PARA A ENGENHARIA HIDRÁULICA E SANITÁRIA, TENDO SEU FOCO NO USO EFICIENTE E NA GESTÃO INTEGRADA DOS RECURSOS HÍDRICOS. UMA DAS PRINCIPAIS PROFISSIONAIS QUE LIDERAM O NOSSO MOVIMENTO DE GREEN BUILDING. &#160; Conselheira do Green Building Council Brasil (GBC Brasil), Conselheira do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>INSPIRE-SE. </strong>CONHEÇA UM POUCO DA HISTÓRIA DA ENGENHEIRA VIRGÍNIA SODRÉ, E SUA CONTRIBUIÇÃO PARA A ENGENHARIA HIDRÁULICA E SANITÁRIA, TENDO SEU FOCO NO USO EFICIENTE E NA GESTÃO INTEGRADA DOS RECURSOS HÍDRICOS. UMA DAS PRINCIPAIS PROFISSIONAIS QUE LIDERAM O NOSSO MOVIMENTO DE GREEN BUILDING.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Conselheira do Green Building Council Brasil (GBC Brasil), Conselheira do Muda o Presente, CEO da Water Brain e diretora da Infinitytech. Engenheira Civil pela UFRN, mestre em hidráulica em Saneamento pela USP-EESC, com MBA de Negócios Internacionais pela FIA. Foi consultora do Banco Internacional de Desenvolvimento, da ONU PNUD, USTDA, atua há mais de 23 anos no mercado de Saneamento e de águas e efluentes no Brasil.</p>
<p>Já são mais de 100 projetos de consultoria em conservação de água e gestão integrada da água, tratamento de efluentes sanitários e industriais, incluindo projetos de reuso. São mais de 54 projetos de reuso de águas cinzas, aproveitamento de água de chuva e pluvial, projetos de drenagem sustentável incluindo jardins de chuvas e outras soluções baseadas na natureza. Projetos que valorizam a gestão integrada de água em empreendimentos que buscam reduzir seus impactos ambientais, com eficiência hídrica, viabilidade financeira e maior sustentabilidade.</p>
<p>Com seus projetos, ajudou empreendimentos (shoppings centers, escolas, edificações comerciais, residências, indústrias, companhias de água e esgoto) a se tornarem mais eficiente e reduzirem o seu impacto ambiental. São mais de 5m<sup>3</sup>/dia de água recuperada e reutilizada.</p>
<p>Outros projetos interessantes são: a nova Planta Industrial e a Sede nova da Piracanjuba, que recebeu o selo LEED Platinum, da qual foi responsável pelo projeto de gestão integrada das águas, ajudando o empreendimento a reduzir o seu consumo de água e seu impacto ambiental. Elaborou os projetos de reuso dos efluentes gerados e soluções para a drenagem sustentável, nos quais realizou o aproveitamento das águas pluviais e em que todo o excedente de água foi infiltrado no empreendimento, resultando em impacto zero na bacia de água.</p>
<p>Em andamento, o excelente projeto do Outlet Catarina, da JHSF, em que estão ousando um empreendimento Net Zero em água e Impacto Zero na Bacia. Esse projeto considera toda uma Gestão Integrada de água, onde serão utilizadas fontes alternativas de água potáveis e não potáveis, será implantado um programa de conservação de água, com o reuso de parte do efluente gerado e descarte minimizado na bacia. No que se refere à água pluvial, trarão impacto zero na bacia, uma vez que boa parte da água pluvial será infiltrada no terreno através de soluções de jardins de chuva, trincheiras de infiltração e outras soluções para detenção da água pluvial, trazendo para a bacia a condição de pré-desenvolvimento considerando um tempo de retorno de 100 anos.</p>
<p>Também atuou como diretora na Acciona Água, sendo responsável pelo mercado de águas e efluentes da empresa no Brasil, na SAUR empresa Francesa, terceira maior operadora de saneamento Francesa, sendo responsável pela estratégia do mercado da entrada da empresa no Brasil, atuou na Degremont Tratamento de Águas (Atual Suez), na CAVO Serviços e Meio Ambiente e na área de Saneamento Industrial da Construtora Camargo Corrêa.</p>
<p>Foi responsável pela elaboração dos textos bases das normas técnicas de Conservação de Água em edificações NBR 16.782 e Uso de Fontes Alternativas de Água não potável NBR 16.783, e pelo livro do Guia das normas, elaborados pelo CBIC.</p>
<p>Responsável pelo Plano Estratégico de água da CCDI e do Banco Bradesco e pela elaboração do Guia de Cálculo de Pegada Hídrica em edificações com base na metodologia, consultora para a ONU PNUD, Sinduscon/SP e Caixa Econômica Federal.</p>
<p>Possui mais de 10 publicações no setor de águas e efluentes, sendo uma das sendo uma das responsáveis pela criação da metodologia sobre Reúso de Efluentes: Análise do Potencial do Uso de Efluentes Tratados para Abastecimento Industrial e Aumento da segurança Hídrica, para sete estados no Brasil (Ceará, São Paulo, Espírito Santo, Paraíba, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Pernambuco) para a CNI, foram geradas 7 publicações.</p>
<p>Realizou em conjunto com AECOM-USA, com patrocínio da USTDA um Estudo de soluções para tratamento de esgotos na cidade de Fortaleza –CE e reuso, minimizando a situação de stress hídrico da região, potencializando as ofertas de água, para dar suporte ao crescimento econômico da região metropolitana de Fortaleza. Na primeira etapa foram simulados o tratamento de 0,8m<sup>3</sup>/s de esgotos sanitários para atendimento a uma demanda de água não potável de 0,7m<sup>3</sup>/s e na segunda etapa 4,3m<sup>3</sup>/s para uma demanda não potável de aproximadamente 1,8m<sup>3</sup>/s.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>WOMEN IN GREEN POWER ENGINEERING: VIRGÍNIA SODRÉ</h3>
<blockquote><p>“Meu repúdio ao vídeo, apoio e admiração a todas as colaboradoras do grupo Acciona. Tenho muito orgulho de ter pertencido ao quadro de diretoras da Acciona no Brasil, uma empresa incrível e que tem a diversidade como um dos seus principais pilares.<br />
Minha admiração a todas as grandes mulheres engenheiras do nosso Brasil. Não é fácil quanto parece ser engenheira num país, ainda machista, com líderes que discriminam e pensam que o gênero faz diferença. Que engenharia não é profissão para mulheres.</p>
<p>Ao longo de 23 anos no universo da engenharia, já passei por muitas situações desconfortáveis, que só me fortaleceram. Eu sabia que não ia ser fácil. Eu sabia dos desafios que eu iria enfrentar em ser engenheira e em querer atuar nesse universo.</p>
<p>Já passei por preconceitos por ser mãe e executiva. Tive um chefe que uma vez me perguntou o que eu fazia nos finais de semana e no meu tempo vago, porque ele acreditava que eu não tinha tempo para me atualizar, com notícias fora do trabalho, justamente por eu ser mãe e executiva. E minha resposta foi um pouco enfática, falei que eu não devia satisfação das minhas atividades no meu tempo livre. Se ele quisesse saber o que eu fazia na empresa teria o maior prazer em discutir minhas atividades, mas não havia sentido naquela pergunta.</p>
<p>O preconceito muitas vezes vem de comentários como esses, não explícitos. Tenho certeza de que essa pergunta nunca seria feita para um homem que ocupasse a mesma posição que a minha. É como se veladamente ele estivesse duvidando, ou julgando precocemente, a partir de premissas errôneas, a nossa capacidade de visão e dedicação.</p>
<p>Mas atuar na engenharia é transformar obras em sonhos, é transformar e proteger o meio ambiente, é trazer saúde e qualidade de vida as pessoas. Por que não podemos ter esse direito? Que possamos ser o que quisermos ser, que possamos ser tratadas com respeito e valorização, pois nossa inteligência, força e talento independem do nosso gênero.</p>
<p>Programas de diversidade, valorização e inclusão das mulheres nas grandes empresas de infraestrutura ainda são necessários e importantes num setor onde somos tão poucas. Que a equidade seja uma realidade cada vez mais presente no universo da infraestrutura, reduzindo o distanciamento da participação de homens e mulheres nesse setor.</p>
<p>Desejo que esse preconceito seja combatido, que possamos estimular mais estudantes a entrarem nesse universo, que possamos demonstrar que a nossa atuação nesse setor vai além da nossa excelência no trabalho, vai da nossa força, da nossa capacitação, da capacidade de superação, da nossa essência feminina e do nosso poder de transformação.</p>
<p>Que possamos inspirar mais mulheres a brilharem e serem protagonistas nesse setor. Que possamos defender a igualdade e acima de tudo a valorização e o respeito à mulher. Que falas e mensagens machistas sejam repudiadas aos quatro cantos do nosso país.</p>
<p>Que ações em prol da diversidade em todas as suas vertentes seja uma realidade cada vez mais presente nas empresas.”</p></blockquote>
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		<title>Brasil é o segundo maior emissor mundial de I-RECs</title>
		<link>https://www.gbcbrasil.org.br/brasil-e-o-segundo-emissor-mundial/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jun 2019 14:49:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lançado no Brasil há seis anos, o Programa de Certificação de Energia Renovável já alcançou o 2º lugar na emissão de I-RECs.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Lançado no Brasil há seis anos, o Programa de Certificação de Energia Renovável já alcançou o 2º lugar na emissão de I-RECs no mundo, atrás apenas da China, de acordo com o REC Market Meeting, evento global que reúne especialistas em mercados de energia renovável, realizado de 11 a 13 de março , em Amsterdã. Nos três primeiros meses deste ano, o País foi responsável pela emissão de mais de meio milhão de I-RECs, o que equivale a meio milhão de megawatt hora de energia gerada.</p>
<p style="text-align: justify;">O International REC Standard (I-REC) é um sistema global que possibilita o comércio de certificados de energia renovável. Por meio da sua plataforma, empresas podem comprovar a rastreabilidade da energia que consomem, ou seja, proveniente de fontes renováveis. Cada certificado I-REC equivale a 1 MWh de energia gerada por fonte renovável.</p>
<p style="text-align: justify;">?Essa conquista é especialmente importante porque mostra o crescente interesse voluntário das empresas por uso de energia renovável, sinalizando uma mudança do comportamento energético, acompanhando a tendência global. Grande parte do crescimento desse mercado é puxado por companhias que se responsabilizam pelas suas emissões de gases de efeito estufa e reconhecem o impacto das suas escolhas de compra de energia?, afirma o diretor-presidente do Instituto Totum, Fernando Giachini Lopes.</p>
<p style="text-align: justify;">O I-REC nasceu para ser uma plataforma voluntária em países que não têm uma plataforma regulada, como é o caso do Brasil. Ao ter acesso a essa certificação, o mercado nacional segue as mesmas políticas e diretrizes (compliance) exigidas pelos grandes compradores mundiais de certificados de energia renovável. Para as empresas que demandam um REC com apelo mais sustentável, existe a Certificação REC Brazil.</p>
<p style="text-align: justify;">O mundo possui atualmente três grandes grupos de sistemas de rastreamento de certificados de energia renovável: o REC norte- americano, as G.O. (garantias de origem, na Europa), e o I-REC, esse último presente nos seguintes países: Brasil, Chile, China, Colômbia, Guatemala, Honduras, Índia, Indonésia, Israel, Jordânia, Nigéria, Malásia, México, Marrocos, Filipinas, Arábia Saudita, Cingapura, África do Sul, Taiwan, Tailândia, Turquia, Uganda e Vietnã.</p>
<p style="text-align: justify;">O Instituto Totum é credenciado, desde 2016, como Emissor Local dos I-RECs no Brasil, e, desde 2011, é responsável pela gestão da certificação no REC Brazil, em parceria com os fundadores do programa ? a Abragel (Associação Brasileira de Geração de Energia Limpa) e a ABEEólica (Associação Brasileira de Energia Eólica). O REC Brazil tem o apoio da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel) e da Associação Brasileira de Biogás e de Biometano (ABiogás). No fim de 2016, o REC Brazil foi formalmente reconhecido e incorporado ao sistema de rastreamento global do I-REC Standard.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sobre o Instituto Totum</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O Instituto Totum é um organismo de certificação que atua no mercado de auditorias independentes, selos e programas de autorregulamentação desde 2004. Fornece soluções integradas aos clientes, desde a concepção até a operacionalização de projetos que visam a integração e o desenvolvimento das cadeias de negócios, por meio de selos e certificações setoriais. Atualmente, gerencia mais de uma dezena de selos e programas de certificação nos mais variados segmentos.</p>
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		<title>Greenbuilders Mind: Nicolette Mueller, USGBC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[GBC Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Mar 2019 06:50:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Entrevista com Nicolette Mueller, diretora de desenvolvimento de mercado global para a América Latina do USGBC.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/uihcSKw1QHM" width="720" height="480" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe><br />
Entrevista com Nicolette Mueller, diretora de desenvolvimento de mercado global para a América Latina do USGBC.</p>
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		<title>A frente do tempo &#8211; Entrevista com Siegbert Zanettini</title>
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		<dc:creator><![CDATA[GBC Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jan 2018 20:32:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Aos 82 anos de vida, 60 dedicados à carreira, o arquiteto e urbanista é uma referência muito além do uso do aço em seus projetos, mas com diversas obras premiadas também por outra forte marca em seus trabalhos, a de construções sustentáveis  &#160; Por Marco Berringer &#160; &#160; Diplomado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-3467" src="https://www.gbcbrasil.org.br/wp-content/uploads/2018/01/zanettini-para-móbile-banner-01-1-1024x538.png" alt="" width="1024" height="538" data-id="3467" srcset="https://www.gbcbrasil.org.br/wp-content/uploads/2018/01/zanettini-para-móbile-banner-01-1-1024x538.png 1024w, https://www.gbcbrasil.org.br/wp-content/uploads/2018/01/zanettini-para-móbile-banner-01-1-300x158.png 300w, https://www.gbcbrasil.org.br/wp-content/uploads/2018/01/zanettini-para-móbile-banner-01-1-768x403.png 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />Aos 82 anos de vida, 60 dedicados à carreira, o arquiteto e urbanista é uma referência muito além do uso do aço em seus projetos, mas com diversas obras premiadas também por outra forte marca em seus trabalhos, a de construções sustentáveis </em><br />
&nbsp;<br />
Por Marco Berringer<br />
&nbsp;<br />
<div id="attachment_3463" style="width: 288px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-3463" class=" wp-image-3463" src="https://www.gbcbrasil.org.br/wp-content/uploads/2018/01/Zanettini-Foto-1-1-1.png" alt="" width="278" height="223" data-id="3463" /><p id="caption-attachment-3463" class="wp-caption-text">Siegbert Zanettini</p></div>
&nbsp;<br />
Diplomado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP em 1957, onde passaria a dar aula a partir de 1960, Siegbert Zanettini se transformou em referência no uso do aço em projetos de Arquitetura e Urbanismo, com obras icônicas como a Escola Panamericana de Arte, na capital paulista. Mas, com mais de 1.200 projetos em seu currículo, o reconhecimento por seu trabalho e contribuição à Arquitetura vai além, e seu escritório é considerado um dos mais especializados em sustentabilidade, ecoeficiência e green buildings. Defensor do uso racional do espaço atrelado à sensibilidade, Zanettini continua na ativa e, atualmente, se dedica a algumas dezenas de projetos de hospitais e escolas, entre outros.<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
<strong>Pioneiro, o senhor começou a trabalhar com estruturas metálicas ainda na década de 1970, época em que países como Estados Unidos, Japão e Inglaterra já utilizavam o aço em boa parte de suas construções. Como foi a evolução do uso desse material na Arquitetura brasileira</strong><strong>? </strong><br />
Sou muito conhecido pelo aço porque fiz obras fantásticas, mesmo não tendo para isso indústria, professor, ciência, escola, não tendo ninguém. Fiz sozinho uma série de coisas durante 40 anos. Demorou aproximadamente uns 40 anos no Brasil para essa área (arquitetura do aço) se despertar. Muito por influência das condições que o BNH (Banco Nacional de Habitação) colocou em 1964, em que a construção teria que usar mão de obra desqualificada. Isso levou a fazer uma construção de baixa qualidade e isso reproduziu uma construção de baixa qualidade em todos os níveis. Baixa qualidade, não tanto no sentido de se deteriorar, mas na maneira evolutiva de se pensar a construção. Ainda se faz construção de maneira artesanal, completamente artesanal, mesmo sendo moderna. Eu não faço Arquitetura moderna, eu faço Arquitetura contemporânea, como alguns arquitetos e engenheiros de todo o mundo.<br />
<strong> </strong><br />
<strong>Na opinião do senhor, o que diferencia a Arquitetura moderna da Arquitetura contemporânea</strong><strong>?</strong><br />
Há uma diferença muito grande entre a Arquitetura moderna e a Arquitetura contemporânea. A Arquitetura moderna teve como base principal a estética da forma. Era a referência principal dela. Teve uma certa produção profissionalizada, sem dúvida alguma, da década de 1920 a década de 1950, mas na década de 1960 ela começou a perder essa visão de causa para transformar em efeito. Aí se transformou num estilo. Principalmente a Arquitetura paulista, que era dita como brutalista, com concreto aparente, formas cúbicas, presente até hoje na maioria dos arquitetos. Outra coisa que também me incomodava demais é que essa Arquitetura era extremamente fechada para si. Todas as obras dessa época eram fotografadas como uma obra, como se não existisse mais nada em volta. Era uma obra em si. E eu comecei a ver que não. Que num contexto brasileiro, em um país de melhor clima do mundo, de mais água do mundo, de melhor solo do mundo, não tinha sentido eu ficar importando modelos de fora. Eu tinha que começar a pensa em alguma coisa que fosse muito ligada à nossa realidade, à nossa condição. Fiz, então, a primeira casa sustentável.<br />
&nbsp;<br />
<strong>O senhor, inclusive, já ganhou diversos prêmios por conta de seus projetos que prezam por esse aspecto da sustentabilidade. </strong><br />
Não tem nenhuma obra minha que não está aberta para o exterior. Tem uma coisa que é fundamental: a Arquitetura não termina na obra, ela se completa com o ambiente. Se ela não tiver essa relação dentro e fora, muito lógica num pais tropical como o nosso, com as condições climáticas excelentes que temos, nós estamos fazendo a coisa errada. Fecha-se os edifícios em vidro, coloca-se ar-condicionado, se faz tudo errado. É um processo todo ignorante, no sentido científico. Isso me incomodou muito, a vida toda. Comecei, então, a fazer uma série de casas em madeira, madeira composta de pinho reciclado. Fiz uma bateria de obras na década de 1970 usando madeira, com materiais que eu pudesse reaproveitar com a condição que eles tinham, usando a inteligência.<br />
&nbsp;<br />
<strong>O senhor é também um grande defensor e adepto do uso da tecnologia na Arquitetura. Qual sua Importância</strong><strong>?</strong><br />
A tecnologia é fundamental. Não faço Arquitetura sem tecnologia há 60 anos. Aí vem o aço, a madeira, tudo aquilo que inventei. Acho que não era um problema de inventar, mas de ver o que realmente os limites que eram colocados tanto pelo modernismo internacional, que rebatia no Brasil de uma certa forma equivocada. Precisava de uma evolução. E fiquei uns 40 anos sozinho isso. Dei o primeiro curso sobre aço em 1994. Depois de quase 30 anos trabalhando com aço que as pessoas começaram a dizer que precisavam ver o que era esse material. Hoje, todo mundo está louco para trabalhar com aço, mas estão todos atrasados. O aço, quando produzido corretamente, tem uma qualidade de leveza, de pouco material, muito menos material que o concreto. Acabei de fazer dois ou três hospitais que foram montados inteiramente em 18 meses. Não teve nada feito na obra, veio tudo montado, tudo preparado com a qualidade industrial. Sem precisar de canteiro.<br />
&nbsp;<br />
<strong>Voltando à questão da Arquitetura contemporânea, a partir de quando e como ela passou a ser desenvolvida no Brasil</strong><strong>?</strong><br />
Para mim, a Arquitetura contemporânea nascei aqui no Brasil comigo. Fora do Brasil, com alguns arquitetos que eram contemporâneos também, mas para mim ficou muito claro na proposta de 1970, quando o Richard Rogers (arquiteto britânico) e o Renzo Piano (arquiteto italiano) fizeram o Centro Pompidou (Paris, França). Ali começou, para mim, a Arquitetura Contemporânea. O Centro Georges Pompidou é uma mudança conceitual da Arquitetura toda. Quando fui à inauguração, em 1977, fiquei admirado. Falei: “realmente não estou fazendo as coisas sozinho”. Tem arquitetos que estão entendendo que a Arquitetura precisa da engenharia, da cultura, da ciência e da sensibilidade também.<br />
<strong> </strong><br />
<strong>Dez anos atrás, o senhor fez uma declaração de que naquela época, de maneira geral, se “vendiam cenários, e não Arquitetura, que conferem um ilusório status”. Ainda pensa assim</strong><strong>?</strong><br />
Para mim existe um outro mundo da Arquitetura. É um mundo onde a visão não é basicamente estética. Para mim, a obra não pode se apartar do mundo científico. A Arquitetura ela surge do encontro, equilibrado e harmônico, entre o mundo científico e o mundo racional. Não há construção que não tenha isso, se ela é evolutiva. E não há construção sem sustentabilidade. Mas a construção brasileira ainda está nessa clave de construir como um mercado, como material de consumo. Vale mais a condição urbana de consumismo, portanto está muito ligado a essa questão de Arquitetura de mercado. Muita obra é feita para você, que não serve para você, que não está nas suas dimensões, na sua capacidade de pagamento, e é repetida à exaustão. O espaço é para o homem, mas quase sempre se esquece do homem. É feito para as necessidades do mercado. É o mercado que determina o que deve ser feito e não há preocupação em mudar isso. É uma reprodução burra, de um mesmo modelo. Não estou dizendo que a Arquitetura deve ser feia. Ela deve continuar bela. Mas, só bela, não resolve.<br />
&nbsp;<br />
<strong>O senhor tem também uma longa carreira como professor. O que acha dos cursos de graduação de Arquitetura e Urbanismo, atualmente</strong><strong>? </strong><br />
A maioria das escolas que foram criadas dentro desse contexto, que tem que ter lucro com o ensino (a grande maioria são particulares; as escolas públicas estão numa situação muito difícil), está muito preocupada mesmo com a visão de mercado. Aí tem aquele professor meia boca que vai lá, fala um pouquinho do que ele sabe, do que aprendeu, e transmite. Não se vê nenhum estudioso profundo, um sujeito que se dedicou à vida toda estudando, se transformando num cientista, num pesquisador.<br />
<strong> </strong><br />
<strong>Na sua avaliação, qual a sua grande contribuição para a Arquitetura brasileira</strong><strong>? </strong><br />
O que eu fiz de muito importante é colocar a posição do arquiteto não como a do homem que resolve tudo, mas do homem que precisa ter uma equipe multidisciplinar de todas as áreas. E, dependendo do caso que você estuda, precisa de áreas bem distantes da nossa, que a gente não alcança, para juntos definirmos os conceitos. Acho que falta uma visão holística da vida. Na vida não existe mais nada separado. Tudo é holístico e sistêmico. Tudo tem relações com tudo, e se você não entende o mundo como ele é&#8230;Ele representa pedaços sempre de coisas superadas. Ou de coisas que são avançadas, mas estão presas a coisas superadas. Não existe mais começo e fim, mas um conjunto de coisas que precisa ser resolvido no seu todo.<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
<em>Fonte: <a href="https://issuu.com/causp_oficial/docs/mobile10" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Revista Móbile</a>. </em><br />
&nbsp;<br />
Entrevista com <b><span style="color: #444444;">Siegbert Zanettini</span></b><span style="display: inline !important; float: none; background-color: transparent; color: #444444; font-family: 'Helvetica Neue',Helvetica,Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: left; text-decoration: none; text-indent: 0px; text-transform: none; -webkit-text-stroke-width: 0px; white-space: normal; word-spacing: 0px;">, Proprietário da </span><span id="det-txt1"><strong><a href="http://gbcbrasil.org.br/detalhe-membros.php?cod=51&amp;segmentos=" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Zanettini Arquitetura Planejamento e Consult</a></strong>, empresa Membro do<a href="http://gbcbrasil.org.br/faca_parte.php" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> <strong>GBC Brasil</strong></a>. </span></p>
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		<title>O passo a passo do edifício sustentável &#8211; David Douek</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Dec 2017 12:40:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[certificação LEED]]></category>
		<category><![CDATA[Construção Civíl]]></category>
		<category><![CDATA[Construção Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[edifício sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>David Douek conta sobre suas reflexões e estratégias para aplicar a sustentabilidade na construção civil. &#160; Sem receitas prévias ou fórmulas infalíveis, a construção sustentável exige a soma de conhecimentos das várias equipes que participam do projeto, incluindo aí o proprietário do empreendimento. São muitas as sutilezas e as reflexões para se chegar a um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><img decoding="async" class="alignleft size-large wp-image-3407" src="https://www.gbcbrasil.org.br/wp-content/uploads/2017/12/David-Douek-entrevista-AECweb-banner-1-1024x538.png" alt="" width="1024" height="538" data-id="3407" srcset="https://www.gbcbrasil.org.br/wp-content/uploads/2017/12/David-Douek-entrevista-AECweb-banner-1-1024x538.png 1024w, https://www.gbcbrasil.org.br/wp-content/uploads/2017/12/David-Douek-entrevista-AECweb-banner-1-300x158.png 300w, https://www.gbcbrasil.org.br/wp-content/uploads/2017/12/David-Douek-entrevista-AECweb-banner-1-768x403.png 768w, https://www.gbcbrasil.org.br/wp-content/uploads/2017/12/David-Douek-entrevista-AECweb-banner-1.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />David Douek conta sobre suas reflexões e estratégias para aplicar a sustentabilidade na construção civil.</em><br />
&nbsp;<br />
Sem receitas prévias ou fórmulas infalíveis, a construção sustentável exige a soma de conhecimentos das várias equipes que participam do projeto, incluindo aí o proprietário do empreendimento. São muitas as sutilezas e as reflexões para se chegar a um edifício de baixo impacto ambiental, com custo viável. Essa é a mensagem do consultor David Douek, diretor da OTEC – Otimização Energética para a Construção, nesta entrevista ao <strong>AECweb</strong> – um verdadeiro passo a passo da sustentabilidade na construção civil.<br />
<img decoding="async" class="wp-image-3404 alignleft" src="https://www.gbcbrasil.org.br/wp-content/uploads/2017/12/Foto-David-Douek-1-1.png" alt="" width="462" height="210" data-id="3404" /><br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
<strong>AECweb &#8211; Independente de certificação, é possível tornar um edifício mais sustentável com baixo investimento?</strong><br />
<strong>Douek &#8211;</strong> Durante o desenvolvimento do projeto arquitetônico, poderão ser incorporadas inúmeras estratégias de sustentabilidade, desde a mudança de orientação do edifício até a instalação de um complexo sistema de automação predial. Mas, a concepção inicial do projeto será um fator determinante no impacto dos custos relativos às questões de sustentabilidade. Na prática, isto significa que, se o projeto for concebido já com os conceitos de sustentabilidade pelas equipes envolvidas, a tendência é de solucionar as questões a um custo mais baixo do que, eventualmente, incorporar uma solução numa fase já avançada de trabalho.<br />
&nbsp;<br />
<b>AECweb – Essa premissa vale para tudo num projeto sustentável?</b><b><br />
</b><b>Douek &#8211; </b>Essa matemática funciona particularmente bem quando as equipes de trabalho buscam soluções passivas para o conforto térmico e lumínico. Já no caso da implantação de estratégias, como a instalação de estações de tratamento de efluentes, recomenda-se analisar, não somente o investimento inicial, mas também o retorno do investimento referente à redução de consumo de água potável, para se ter uma correta avaliação do real custo da instalação no médio e longo prazo.<br />
&nbsp;<br />
<b>AECweb – A localização da obra é importante?<br />
Douek &#8211; </b>Precisamos considerar de forma diferenciada um edifício corporativo a ser instalado em São Paulo de uma residência unifamiliar no interior do estado. Itens como a qualidade do ar externo e o ruído, muitas vezes inviabilizam a inserção de critérios de projeto no edifício a ser construído na capital que poderiam ser perfeitamente bem utilizados em outra cidade. Assim, o projeto sustentável deve ser elaborado estudando-se as diversas alternativas possíveis, de forma a estabelecer a melhor relação custo x benefício.<b></b><br />
&nbsp;<br />
<strong>AECweb &#8211; Quais são os principais cuidados com o projeto arquitetônico, já que a sustentabilidade começa nessa fase?</strong><br />
<strong>Douek &#8211;</strong> É possível pensar em sustentabilidade até mesmo numa fase anterior ao início do projeto. Se considerarmos a obra como um elemento integrante da malha urbana, identificaremos um grande potencial de redução do impacto do novo edifício através da seleção de um terreno que permita o deslocamento de seus ocupantes de forma a reduzir ou, até mesmo, eliminar a necessidade de utilização de veículos movidos a combustíveis fósseis. A seguir, a equipe de projeto poderá iniciar um trabalho de intensa colaboração entre as partes envolvidas &#8211; proprietário, arquitetos e projetistas técnicos.<br />
&nbsp;<br />
<b>AECweb – Qual a estratégia recomendada?<br />
Douek &#8211; </b>Uma das estratégias para a obtenção de excelentes resultados são as chamadas ‘Design charretes’ que, ao envolverem as equipes com um objetivo comum, garantem excelentes resultados em sustentabilidade. É fundamental para o sucesso da empreitada deixar claro os objetivos de sustentabilidade a serem alcançados por todos os envolvidos com o projeto e a obra.<br />
&nbsp;<br />
<b>AECweb &#8211; Quais as boas práticas e tecnologias que o construtor pode adotar no canteiro de obra?<br />
Douek &#8211; </b>Cada caso deve ser avaliado em separado. A proximidade de rios ou um aclive acentuado pode definir a especificação de diferentes técnicas. De modo geral, um canteiro de obra organizado e ambientalmente responsável deve considerar, ao menos:<br />
&#8211; A implantação de normas e procedimentos de segurança como a utilização dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs);<br />
&#8211; A correta armazenagem de materiais, de forma a evitar desperdícios;<br />
&#8211; O gerenciamento adequado das instalações provisórias. A utilização de instalações que possam ser realocadas após o final da obra é um bom exemplo de procedimento adequado;<br />
&#8211; O manejo adequado de resíduos de obra para fins de reciclagem ou reaproveitamento dos resíduos em outras obras;<br />
&#8211; O controle da poluição gerada pela obra, feito através da implementação de diversas estratégias como: plantio de forração temporária ou permanente, proteção com manta geotêxtil para evitar que as águas pluviais lavem a terra do sítio para fora do terreno;<br />
&#8211; A redução do impacto da obra em seu entorno que pode ser feita através do escalonamento da intervenção no terreno.<br />
&nbsp;<br />
<strong>AECweb &#8211; Quais os recursos que podem assegurar a eficiência energética do edifício?<br />
Douek &#8211;</strong> A eficiência energética do edifício está diretamente relacionada à concepção do projeto de arquitetura e à especificação de equipamentos mais eficientes. Seu desempenho será essencialmente definido pelas características de sua envoltória; pela proporção entre vidro e fechamentos que apresenta (WWR); pelas condições de aproveitamento passivo de energia solar, ventilação e iluminação natural; pelas propriedades físicas dos materiais especificados; pela volumetria e orientação dos blocos componentes da edificação; e pela eficiência dos sistemas quando estes se fizerem necessários. A especificação adequada vai depender essencialmente do clima local, do micro-clima e do uso do edifício. A simulação energética pode ser utilizada como uma ferramenta de comparação de desempenho entre os elementos componentes.<br />
&nbsp;<br />
<b>AECweb &#8211; Sem grandes sofisticações, o que seria um bom sistema de condicionamento de ar de baixo consumo?<br />
Douek &#8211; </b>A resposta mais adequada para esta pergunta é: “depende”. Isto porque, entre os possíveis sistemas a serem especificados, a adequação varia em função de diversos critérios como altura do edifício e tamanho do espaço a ser condicionado. Ainda assim, quando necessário o condicionamento artificial, a busca por um sistema com um COP mais elevado é uma das estratégias a ser perseguida.<br />
&nbsp;<br />
<b>AECweb &#8211; Energia solar para aquecimento de água é fundamental?</b><br />
<b>Douek &#8211; </b>No Brasil, aproximadamente 90% das residências possuem chuveiro elétrico, item que contribui com 23% do consumo de energia elétrica doméstica. Nas casas de baixa renda este índice pode chegar a 35%. Os SAS &#8211; sistemas de aquecimento solar &#8211; favorecem uma considerável redução no valor da conta de energia, e ainda possibilitam a recuperação do investimento inicial em até 18 meses. Soma-se a redução do impacto sobre a matriz energética brasileira, na qual a demanda dos chuveiros elétricos no horário de pico corresponde a 8,5% da demanda total neste horário. Em várias cidades brasileiras, inclusive na capital paulista, leis municipais tornaram obrigatória a instalação de SAS para as novas construções.<br />
&nbsp;<br />
<b>AECweb &#8211; Telhado verde pode colaborar com a redução no consumo energético?<br />
Douek &#8211; </b>O telhado verde contribui muito com algumas questões de sustentabilidade, como a redução do efeito ‘ilha de calor’. No entanto, o indiscutível impacto da cobertura sobre o consumo de energia de um edifício varia em função de itens como o pé-direito da edificação, quantidade de pavimentos e das propriedades térmicas dos materiais utilizados na cobertura. O impacto do telhado verde deverá ser equacionado junto a todos os outros. No caso de um edifício de 30 pavimentos, o impacto da cobertura será necessariamente menor do que em uma edificação térrea. Em cidades como Maceió, por exemplo, a utilização de ventilação natural tem impacto muito maior para edificações com pé-direito alto do que a espessura da cobertura utilizada. A simulação energética é uma ferramenta útil para a verificação do impacto destes elementos.<br />
&nbsp;<br />
<b>AECweb &#8211; Qual o percentual de economia que é possível obter com essas práticas e soluções?<br />
Douek &#8211; </b>O percentual de economia que as boas práticas podem promover varia muito em função da concepção do projeto arquitetônico. No caso de uma edificação que trate a ventilação natural como uma das estratégias de redução de consumo de energia é possível, em alguns casos, eliminar por completo a necessidade de condicionamento artificial. Se considerarmos que em edifício comercial, o ar condicionado responde, em média, por aproximadamente 50% do consumo de energia, a concepção do projeto pode promover uma redução de até metade do consumo projetado. Uma das formas de se analisar o consumo de energia futuro da edificação é através do desenvolvimento de um modelo de energia, ferramenta que permite a elaboração de comparativos entre as diversas soluções propostas.<br />
&nbsp;<br />
<b>AECweb &#8211; Quais são as soluções sustentáveis quando se deseja o uso racional da água?<br />
Douek &#8211; </b>É importante selecionar as estratégias de uso racional de água em função da edificação proposta. A título de exemplo, a captação de águas pluviais pode tornar-se mais ou menos interessante em função da relação área de cobertura x número de ocupantes x área do terreno. De maneira geral, é importante considerar a utilização de metais economizadores; a medição setorizada do consumo de água; a captação e reuso de águas pluviais; a implantação de sistemas de tratamento de efluentes.<br />
&nbsp;<br />
<b>AECweb &#8211; Em que situação é indicado implantar uma ETE &#8211; Estação de Tratamento de Esgoto para o edifício?<br />
Douek &#8211; </b>Os problemas de saneamento básico que se refletem sobre a capacidade limitada de tratamento dos efluentes do sistema público, por si só, é uma boa justificativa para tratar isoladamente os efluentes de cada unidade edificada. Ainda assim, podemos observar vantagens como a possibilidade de reutilização da água tratada para fins não potáveis, como para uso sanitário e irrigação. A consequente redução do nível de consumo de água potável é mais uma das vantagens da adoção dos sistemas. O mercado apresenta diversas soluções, entre elas, algumas modulares que podem ser aplicadas aos diversos tipos de edificação.<br />
&nbsp;<br />
<b>AECweb &#8211; Por que tratamento de água pluvial para uso não deve ser confundido com uso da água de chuva simplesmente?<br />
Douek &#8211; </b>A água pluvial, apesar da impressão visual de limpeza, contém impurezas que, ao serem ingeridas ou ao entrarem em contato com a pele, podem provocar desde simples irritações até mesmo infecções intestinais. A água pluvial para fins de irrigação ou uso sanitário deve ser captada e tratada antes de sua utilização. O nível se tratamento deve ser definido em função da utilização prevista, conforme apontado pela NBR 15527/2007. A cisterna, um dos principais elementos componentes de uma instalação, deve ser dimensionada em função do consumo previsto.<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Veja alguns Projetos Certificados LEED O+M (Operação e Manutenção de Edifícios Existentes) e suas Estratégias:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><a class='btn-personal' href='http://lp.gbcbrasil.org.br/Obras_Certificadas_LEED_OM' target='true' style='color:#ffffff;background-color:#4ad393'>CLIQUE AQUI</a></strong></p>
<p>&nbsp;<br />
<b>AECweb &#8211; Qual a orientação a ser dada quanto aos chamados materiais sustentáveis?<br />
Douek &#8211; </b>A seleção dos materiais a serem especificados para uma obra deve atender a diversos critérios, como a origem dos materiais; a quantidade de compostos orgânicos voláteis (COVs) quando aplicável; e a quantidade de conteúdo reciclado. Para madeiras, é importante considerar se o produto obteve certificação como a da Forest Stewarship Council (FSC), que significa que a madeira foi extraída segundo as boas práticas de manejo florestal. Produtos fabricados com matérias-prima rapidamente renováveis (bambu e eucalipto, por exemplo) também fazem parte de uma especificação ambientalmente responsável. Para uma obra a ser certificada <a href="http://gbcbrasil.org.br/sobre-certificado.php" target="_blank" rel="noopener noreferrer">LEED</a>, por exemplo, os critérios são claros e em alguns casos quantitativos. Já para obras que não busquem a certificação, além dos critérios acima apresentados, o projeto deve contemplar as características da arquitetura local, bem como a proximidade de fornecedores e materiais.<br />
&nbsp;<br />
<b>AECweb &#8211; Qual a diferença entre um edifício sustentável e um edifício sustentável certificado?<br />
Douek &#8211; </b>As práticas a serem implantadas para caracterizar o que hoje chamamos de edifício sustentável são as mesmas que viabilizam a obtenção de uma certificação. A diferenciação a ser considerada em função do tipo de certificação almejado (<a href="http://gbcbrasil.org.br/sobre-certificado.php" target="_blank" rel="noopener noreferrer">LEED</a>, BREEAM, AQUA, etc) depende muitas vezes de critérios qualitativos e quantitativos. No caso do <a href="http://gbcbrasil.org.br/sobre-certificado.php" target="_blank" rel="noopener noreferrer">LEED</a>, é necessário comprovar reduções percentuais em relação a parâmetros pré-estabelecidos no que tange à certificação. A implantação das estratégias deve atender ao mínimo exigido pela certificadora. O BREEAM exige que o edifício seja auditado pela certificadora. O AQUA, que também exige a auditoria da certificadora, demanda a análise do programa de projeto antes de dar sequência aos trabalhos.<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #444444;">Inscrições abertas para o C</span>urso Online “Como se Tornar um LEED AP O+M (Operação e Manutenção de Edifícios Existentes)”</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><a class='btn-personal' href='http://cursos.gbcbrasil.org.br/index.php?route=product/product&amp;product_id=52' target='true' style='color:#ffffff;background-color:#54d8a3'>VEJA AQUI</a></strong></p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
Entrevista com <strong>David Douek</strong>, que é referência na tipologia <a href="http://gbcbrasil.org.br/leed-OM.php" target="_blank" rel="noopener noreferrer">LEED O+M</a> (Operação e Manutenção de Edifícios Existentes), já tendo certificados dezenas de empreendimentos.<br />
<em>Fonte: <a href="https://www.aecweb.com.br/cont/m/rev/o-passo-a-passo-do-edificio-sustentavel_2246_0_0" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>AECweb</strong></a></em></p>
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		<title>Entrevista com Edo Rocha &#8211; Arquiteto, Edo Rocha Arquiteturas</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Nov 2017 18:58:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Edo Rocha é arquiteto urbanista, diplomado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, em 1973, é o Diretor Presidente da empresa Edo Rocha Arquiteturas, fundada em 1974 e com mais de 40 anos de experiência no planejamento e na arquitetura de edificações, espaços interiores, urbanismo, aeroportos, shopping centers, arenas esportivas, estádios, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #333333;"><img decoding="async" class="alignleft size-large wp-image-3278" src="https://www.gbcbrasil.org.br/wp-content/uploads/2017/11/Edo-Rocha-entrevista-banner-1-1024x538.png" alt="" width="1024" height="538" data-id="3278" srcset="https://www.gbcbrasil.org.br/wp-content/uploads/2017/11/Edo-Rocha-entrevista-banner-1-1024x538.png 1024w, https://www.gbcbrasil.org.br/wp-content/uploads/2017/11/Edo-Rocha-entrevista-banner-1-300x158.png 300w, https://www.gbcbrasil.org.br/wp-content/uploads/2017/11/Edo-Rocha-entrevista-banner-1-768x403.png 768w, https://www.gbcbrasil.org.br/wp-content/uploads/2017/11/Edo-Rocha-entrevista-banner-1.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />Edo Rocha é arquiteto urbanista, </span><span style="color: #333333;">diplomado pela Faculdade de </span><span style="color: #333333;">Arquitetura e Urbanismo da </span><span style="color: #333333;">Universidade de São Paulo, em 1973, </span><span style="color: #333333;">é o Diretor Presidente da empresa Edo </span><span style="color: #333333;">Rocha Arquiteturas, fundada em 1974 </span><span style="color: #333333;">e com mais de 40 anos de experiência </span><span style="color: #333333;">no planejamento e na arquitetura </span><span style="color: #333333;">de edificações, espaços interiores, </span><span style="color: #333333;">urbanismo, aeroportos, shopping </span><span style="color: #333333;">centers, arenas esportivas, estádios, </span><span style="color: #333333;">entre outros. É fundador do Consórcio </span><span style="color: #333333;">ABSIC Brasil, primeiro consórcio </span><span style="color: #333333;">licenciado pela Universidade Carnegie </span><span style="color: #333333;">Mellon fora dos Estados Unidos, </span><span style="color: #333333;">com objetivo de realizar pesquisas e </span><span style="color: #333333;">desenvolver produtos para melhorar </span><span style="color: #333333;">a qualidade e o desempenho dos </span><span style="color: #333333;">edifícios, a saúde e a produtividade </span><span style="color: #333333;">de seus ocupantes. Membro da Asbea </span><span style="color: #333333;">&#8211; Associação Brasileira de Escritórios </span><span style="color: #333333;">de Arquitetura e conselheiro do</span><br />
<span style="color: #333333;">MAM &#8211; Museu de Arte Moderna, </span><span style="color: #333333;">em São Paulo. São mais de 1.000 </span><span style="color: #333333;">projetos assinados e 15.000.000 m² </span><span style="color: #333333;">projetados. Seus principais valores </span><span style="color: #333333;">são: a sustentabilidade, a reciclagem </span><span style="color: #333333;">da arquitetura &#8211; retrofit &#8211; e a </span><span style="color: #333333;">inovação. Possui mais de 680.000m² </span><span style="color: #333333;">de projetos com <a href="http://gbcbrasil.org.br/sobre-certificado.php" target="_blank" rel="noopener noreferrer">certificação LEED </a></span><span style="color: #333333;">concedidas pelo Green Building </span><span style="color: #333333;">Council Brasil, onde é membro do </span><span style="color: #333333;">Conselho Administrativo. Com mais </span><span style="color: #333333;">de 40 anos de experiência como </span><span style="color: #333333;">Artista Plástico, Edo Rocha participou </span><span style="color: #333333;">de diversas Bienais, exposições em </span><span style="color: #333333;">Galerias de Arte e Museus, nacionais </span><span style="color: #333333;">e internacionais.</span><br />
&nbsp;<br />
<strong>Como você avalia o crescimento da construção </strong><strong>sustentável no Brasil, não só em </strong><strong>termos de certificações, mas também da </strong><strong>aplicação de conceitos de sustentabilidade </strong><strong>nos projetos?</strong><br />
<strong>Edo Rocha:</strong> Eu vejo dois aspectos importantes em termos da sustentabilidade avançando no Brasil. Primeiro que, no início era difícil<br />
convencer pessoas, empresários e investidores da importância do conceito de sustentabilidade, mas hoje em dia eles já mudaram de<br />
opinião e acham que, de fato, é um assunto importante, que tem uma relevância que anos atrás não havia. Num segundo momento, a sustentabilidade era um aspecto muito mais de marketing e hoje é uma realidade como valor agregado ao imóvel como economia na operação. Hoje o imóvel certificado tem um aspecto muito mais econômico em relação a operação que um imóvel não certificado ou não sustentável. Fazer bem feito ou fazer mal feito acaba custando a mesma coisa, então é melhor fazer da maneira correta. O que acontece é que há uma diferença muito grande para o operador e para o usuário, mas antes o investidor e o incorporador achavam que isso não era importante. Porém esse argumento virou um aspecto importante de venda, pois o prédio gastar menos energia é importante para o usuário. Essa foi a grande mudança de consciência.<br />
&nbsp;<br />
<strong>Como definir a importância dos quesitos </strong><strong>saúde e bem-estar na arquitetura?</strong><br />
<strong>ER:</strong> A sustentabilidade de uma maneira geral se apoia em três itens. O primeiro é a conservação de energia, pois sem ela não estamos falando em sustentabilidade. Os outros dois são o uso racional da água e a energia humana, ou seja, o lugar que faz bem, proporciona satisfação e não me exaure fisicamente. São três pontos que são extremamente importantes na sustentabilidade. E tudo isso com um único objetivo: não gerar de emissão de CO2. Se isso não for o item principal entre os 10 mandamentos da sustentabilidade, então não conversamos sobre sustentabilidade. Nós cometemos um grande erro aqui nos edifícios do Brasil, pois, como nós não temos inverno, os prédios não tem isolamento térmico e por isso gasta-se muita energia pra refrigerar os ambientes e precisamos ter consciência disso. A minha recomendação, em termos de soluções, seria isso: se não tiver isolamento térmico, o calor intenso aquece a estrutura e no final tem que se usar muito ar condicionado pra refrigerar um espaço que poderia estar isolado termicamente. Não tem nada pior em termos de sustentabilidade do que o concreto aparente, por exemplo. Ele é a antítese da sustentabilidade pois ele esquenta, é escuro e transmite toda a radiação pra dentro do edifício.<br />
&nbsp;<br />
<strong>Na sua opinião, o que é necessário para </strong><strong>uma boa arquitetura sustentável? Em termos </strong><strong>de eficiência energética, respeito </strong><strong>aos recursos naturais, soluções arquitetônicas </strong><strong>e tecnológicas, o conforto e o </strong><strong>bem-estar.</strong><br />
<strong>ER:</strong> Vou falar sobre os aspectos do conforto e como se percebe esse conforto. São, em princípio, 3 modalidades: o conforto físico, onde a arquitetura trabalha; o conforto ambiental onde os analistas e psicólogos trabalham a parte psicológica das pessoas e o conforto espiritual, que se busca através das diversas religiões. Quando falamos sobre conforto, dizemos que é uma sensação percebida pelos 5 sentidos: tato, olfato, visão, audição e paladar. Quando você junta estes 5, acaba criando um sexto sentido que chamo de TOVAP [a palavra é uma abreviação dos cinco sentidos, e significa exatamente a somatória destes sentido]. Um claro exemplo de TOVAP é quando você está à mesa e todos os seus sentidos estão ligados. E cito ainda o sétimo sentido: a percepção do espaço. Junta-se esses sete e se tem uma visão mais apurada e integrada do que é conforto. Com relação à saúde, ela está ligada a arquitetura em um aspecto muito importante: a respiração, o ar. De acordo com a OMS, a contaminação do ar que a gente respira é responsável por 75% das doenças que contraímos. Um sistema de ar condicionado mal dimensionado pode ser um condicionante de dores muscular e dores nas costas, por exemplo. E um outro aspecto importante é a ergonomia, que tem a ver com<br />
a parte física corporal, com a coluna. Enfim, existem muitos elementos que provocam mal estar e desconforto na arquitetura.<br />
&nbsp;<br />
<strong>A preocupação com os ocupantes e seu </strong><strong>bem-estar é fundamental em um projeto </strong><strong>de escritórios, onde as pessoas passam </strong><strong>a maior parte do tempo trabalhando. </strong><strong>Como isso se manifesta na prática nos </strong><strong>seus projetos?</strong><br />
<strong>ER:</strong> O escritório não é só o lugar em que você passa a maior parte do tempo, mas onde se estabelece que a relação da percepção do bem-estar dentro do espaço de trabalho é um aspecto extremamente importante, e tem a ver de novo com todos os sentidos que falei. Tem a ver com a visão, no caso da iluminação, com o olfato, com audição e o tato que são as percepções que temos em especial entre o seu corpo e o mobiliário, a cadeira, o móvel, além da relação com o espaço como um todo. Essa é a habilidade que o arquiteto tem que ter de entender isso e transformar num aspecto de conforto e não necessariamente em um aspecto de décor. A acústica é assunto muito importante mas quase ninguém entende disso e os lugares se tornam extremamente irritativos porque não tem essa boa solução para esse problema. Tenho vários projetos onde estes elementos sempre são levados em consideração. Por exemplo, a sede do Santander onde fez-se um trabalho acústico perfeito. Lá os móveis foram todos desenhados para que eles façam parte da acústica do ambiente, com índice de reverberação bastante grande. A sede da TV Globo, em São Paulo, é outro exemplo interessante. Lá não só foi planejada toda a questão da arquitetura, mas também do mobiliário e acústica o que resultou num índice de reverberação baixo. E tem projeto da HP com novas maneiras de trabalhar e novos equipamentos. Por fim, cito também a sede da Souza Cruz, um dos últimos projetos que fizemos, com um resultado estético e de conforto bastante interessantes. Todas as mesas foram desenhadas, o espaço tem uma qualidade acústica e de iluminação excelentes e tem toda uma série de percepções onde as pessoas conseguem expressar a manifestação de conforto do antes e do depois.<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><b>Veja os cursos oferecidos pelo <a href="http://gbcbrasil.org.br/cursos.php" target="_blank" rel="noopener noreferrer">GBC Brasil</a> sobre Construções Sustentáveis:</b></p>
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<p>&nbsp;<br />
<strong>Recentemente você lançou um livro sobre </strong><strong>o conforto na arquitetura e no design. </strong><strong>Esse tema tem muito a ver com as </strong><strong>questões aqui levantadas nessa edição, </strong><strong>que dizem respeito à relação entre a edificação, </strong><strong>os seus ocupantes e o meio ambiente. </strong><strong>Como equacionar essa relação no </strong><strong>projetar?</strong><br />
<strong>ER:</strong> O livro tem basicamente 10 capítulos, onde eu falo sobre essa percepção do conforto na arquitetura e sobre a consciência disso. O conforto não tem uma regra, é extremante subjetivo, varia de cada pessoa. Ele muda com o passar do tempo, você vai envelhecendo e mudando a percepção de conforto. Explico ainda os 5 sentidos, a criação do sexto sentido, o TOVAP, e o sétimo sentido que é a percepção do espaço, como você entende e sente a arquitetura. Por exemplo, você deve ter em sua casa o lugar que mais gosta, e onde se sente mais confortável. Você cria suas referências ou desenvolve essa percepção de conforto nesse lugar. Falo também sobre o conforto na arquitetura, esse sétimo sentido que é expresso pela sua emoção ao se relacionar com uma edificação. Quando você tem uma experiência marcante com algum local que te desperta uma sensação tão forte a ponto de lhe tirar o ar, esse é o sétimo sentido. No livro cito ainda a influência da tecnologia e como ela muda a percepção de conforto através dos anos. Falo também sobre um elemento importante para o conforto: a areia. Da areia fez-se o vidro e isso transformou o conforto do homem, que fez as lentes, o microscópio, o telescópio, a televisão, a tela do computador, do celular, os transistores, as lâmpadas, e muito mais. O vidro, através das janelas e das portas, representou um grande carimbo da arquitetura. Quando você olha uma janela ou uma estrutura arquitetônica, já sabe se é neoclássico, colonial, e por aí vai.<br />
&nbsp;<br />
<strong>Fale um pouco da importância do <a href="http://gbcbrasil.org.br/index.php" target="_blank" rel="noopener noreferrer">GBC</a>, </strong><strong>que agora em 2017 completa 10 anos no </strong><strong>Brasil.</strong><br />
<strong>ER:</strong> No começo tinha um certo receio sobre se o trabalho desenvolvido pelo GBC seria bem aceito aqui. Mas tive uma grata surpresa ao ver como o GBC foi abraçado no Brasil e como teve essa aceitação tão grande. Isso é de uma importância única. O Brasil é um dos países com maior número de projetos em aprovação. Eu diria que no final o conceito foi aceito. Essa é a importância que vejo como resultado. Também acredito que a iniciativa do <a href="http://gbcbrasil.org.br/certificacao-casa.php" target="_blank" rel="noopener noreferrer">GBC Brasil CASA</a> terá uma repercussão bastante interessante. É um começo muito promissor e há uma expectativa que terá um bom resultado.<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
<b>Entrevista retirada da <a href="http://gbcbrasil.org.br/revistas.php" target="_blank" rel="noopener noreferrer">11ª edição da Revista GBC Brasil</a>. </b></p>
<p>O post <a href="https://www.gbcbrasil.org.br/entrevista-com-edo-rocha-arquiteto-edo-rocha-arquiteturas/">Entrevista com Edo Rocha &#8211; Arquiteto, Edo Rocha Arquiteturas</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.gbcbrasil.org.br">GBC Brasil</a>.</p>
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		<title>Entrevista com Scot Horst &#8211; CEO da Arc Skoru Inc.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[GBC Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Nov 2017 19:48:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ao longo das duas últimas décadas, o United States Green Building Council (USGBC) e a Green Business Certification, Inc. (GBCI) reuniram mais dados e informações sobre edifícios e negócios do que qualquer outra organização no mundo. Juntos, USGBC e GBCI criaram uma plataforma de engajamento que transformou o ambiente construído. Agora, imagine esta plataforma combinada [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.gbcbrasil.org.br/entrevista-com-scot-horst-ceo-da-arc-skoru-inc/">Entrevista com Scot Horst &#8211; CEO da Arc Skoru Inc.</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.gbcbrasil.org.br">GBC Brasil</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="alignleft size-large wp-image-3269" src="https://www.gbcbrasil.org.br/wp-content/uploads/2017/11/Entrevista-CEO-da-ARC-banner-1-1024x538.png" alt="" width="1024" height="538" data-id="3269" srcset="https://www.gbcbrasil.org.br/wp-content/uploads/2017/11/Entrevista-CEO-da-ARC-banner-1-1024x538.png 1024w, https://www.gbcbrasil.org.br/wp-content/uploads/2017/11/Entrevista-CEO-da-ARC-banner-1-300x158.png 300w, https://www.gbcbrasil.org.br/wp-content/uploads/2017/11/Entrevista-CEO-da-ARC-banner-1-768x403.png 768w, https://www.gbcbrasil.org.br/wp-content/uploads/2017/11/Entrevista-CEO-da-ARC-banner-1.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />Ao longo das duas últimas décadas, o United States Green Building Council (USGBC) e a Green Business Certification, Inc. (GBCI) reuniram mais dados e informações sobre edifícios e negócios do que qualquer outra organização no mundo. Juntos, USGBC e GBCI criaram uma plataforma de engajamento que transformou o ambiente construído. Agora, imagine esta plataforma combinada com dados, mobilidade e as tecnologias mais disruptivas no horizonte.<br />
A Arc Skoru Inc., como a organização é oficialmente reconhecida, criada pela GBCI para tornar as visões do USGBC, do GBCI e dos seus parceiros uma realidade ligando pessoas de todo o mundo a ações e inspirando-as a tomarem as decisões mais bem informadas. Isso capacita as pessoas a se conectar e colaborar para uma qualidade de vida coletiva superior. O Arc Skoru é o local ideal para rastrear todas as inspirações, conexões e ações relacionadas à sustentabilidade do nosso ambiente construído.<br />
A <strong>plataforma ARC</strong> permite aos usuários medir o desempenho, fazer melhorias e benchmark comparando a outros projetos. ARC é um complemento ao <strong><a href="http://gbcbrasil.org.br/sobre-certificado.php" target="_blank" rel="noopener noreferrer">LEED</a> </strong>e outros sistemas de classificação de edifícios verdes, padrões, protocolos e diretrizes e permite que edifícios e espaços comparem métricas de desempenho e conectem essas métricas para estratégias de construção verde. ARC permite melhorias incrementais e pode colocar um projeto no caminho certo para a <a href="http://gbcbrasil.org.br/sobre-certificado.php" target="_blank" rel="noopener noreferrer">certificação LEED</a> ou outra certificação do sistema de classificação.<br />
&nbsp;<br />
<img decoding="async" class="wp-image-3264 alignleft" src="https://www.gbcbrasil.org.br/wp-content/uploads/2017/11/Foto-Scot-1-1.jpg" alt="" width="255" height="255" data-id="3264" /><b>Quais são os principais benefícios e oportunidades de benchmarking e medição de desempenho através do sistema ARC? Como a plataforma pode apoiar as decisões dos investidores, gestores de facilities e proprietários de edifícios?</b><br />
<strong>Scot Horst:</strong> ARC é uma plataforma digital de última geração que permite que qualquer tipo de projeto, construção, comunidade ou cidade inicie imediatamente a gravação de seus dados de desempenho e obtenha uma pontuação desse desempenho. Esses dados criam uma pontuação holística ao rastrear a atividade em energia, água, resíduos, transporte e experiência humana. O desempenho de benchmarking é vital para qualquer projeto e ajuda os gerentes a ver como eles se comparam aos outros localmente, regionalmente e globalmente. Ao conectar todas essas ações em um só lugar, a ARC fornece transparência para que investidores, proprietários e gerentes possam garantir que seus esforços estão promovendo mudanças significativas.<br />
&nbsp;<br />
<strong>Como a plataforma ARC pode ser usada </strong><strong>em conexão com diferentes sistemas de </strong><strong>construção sustentável? E os edifícios </strong><strong>não certificados?</strong><br />
<strong>SH:</strong> A plataforma permite que qualquer projeto introduza seus dados no ARC e receba uma pontuação de desempenho. Os projetos podem se comparar com outros no mercado, identificar novas oportunidades de melhoria incremental e verificar o desempenho em uma base anual. O ARC fornece um ponto de entrada imediata, não importa onde eles estão em sua jornada de sustentabilidade. Imediatamente eles podem começar a identificar etapas que os colocarão no caminho para uma <a href="http://gbcbrasil.org.br/sobre-certificado.php" target="_blank" rel="noopener noreferrer">certificação LEED</a> ou outra certificação GBCI. Os projetos também podem escolher simplesmente usar o ARC para acompanhar o progresso até que sintam que estão prontos para começar a trabalhar para a certificação.<br />
&nbsp;<br />
<strong>É possível usar a plataforma ARC como </strong><strong>uma maneira de melhorar a saúde, bem</strong><strong>-estar e produtividade dos ocupantes dos </strong><strong>edifícios?</strong><br />
<strong>SH:</strong> Uma das cinco principais categorias rastreadas no ARC é a da Experiência Humana. Quando você está olhando para o desempenho de um edifício e se é um espaço saudável, você tem que considerar como ele está contribuindo para a qualidade de vida dos ocupantes. O <a href="http://gbcbrasil.org.br/sobre-certificado.php" target="_blank" rel="noopener noreferrer">LEED</a> faz isso na seção de Qualidade Ambiental Interior. O ARC rastreia o desempenho dessa seção.<br />
&nbsp;<br />
<strong>Você pode ver uma conexão entre a implementação </strong><strong>da plataforma ARC e os esforços </strong><strong>para acelerar o mercado de eficiência </strong><strong>energética no estoque de prédios existentes </strong><strong>que o World GBC e seus membros </strong><strong>comprometeram-se durante a COP Paris?</strong><br />
<strong>SH:</strong> Sem dúvida, melhorar a eficiência energética e o desempenho dos edifícios existentes é fundamental para mover o mercado. O futuro do movimento de construção sustentável dependerá da interconexão entre sustentabilidade, mobilidade, tecnologia e dados. O ARC é o veículo que criará essa transformação.<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">
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<p>&nbsp;<br />
<strong>Quando você olha para o futuro, como os </strong><strong>sistemas de inovações como o ARC podem </strong><strong>ajudar a acelerar o crescimento da </strong><strong>economia verde ou iniciativas de cidades </strong><strong>sustentáveis?</strong><br />
<strong>SH:</strong> Proprietários e gerentes que se comprometem com melhorias incrementais e contínuas darão forma a um ambiente construído mais habitável, eficiente em termos de recursos e fiscalmente responsável. O ARC oferece uma maneira de tornar esse trabalho mais fácil e mais impactante. Ele ajuda a revelar a próxima oportunidade e permite que os edifícios em qualquer dos extremos do espectro possam participar. Quando ligamos todas essas ações, nos tornamos parte de uma mudança evolutiva que tem o poder de transformar comunidades, bairros, cidades e além.<br />
&nbsp;<br />
<strong>Quantos metros quadrados estão compartilhando </strong><strong>dados através do ARC e quais </strong><strong>são os objetivos para os próximos anos?</strong><br />
<strong>SH:</strong> Atualmente, há projetos em mais de 20 países rastreando o desempenho através do ARC e outros mais se juntando a cada dia. O objetivo é ter todos os edifícios dentro da plataforma ARC. Quanto mais projetos de acompanhamento e ações de conexão, melhor para todos. Enquanto olhamos para o futuro, o ARC ajudará a definir o que vem a seguir. Ao acompanhar novas estratégias e ideias, os projetos estão redefinindo o que significa ser um alto desempenho. O mercado já está se transformando e estes dados estão direcionando essa mudança.<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
<b>Entrevista retirada da <a href="http://gbcbrasil.org.br/revistas.php" target="_blank" rel="noopener noreferrer">12ª edição da Revista GBC Brasil</a>. </b></p>
<p>O post <a href="https://www.gbcbrasil.org.br/entrevista-com-scot-horst-ceo-da-arc-skoru-inc/">Entrevista com Scot Horst &#8211; CEO da Arc Skoru Inc.</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.gbcbrasil.org.br">GBC Brasil</a>.</p>
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		<item>
		<title>Entrevista com o arquiteto Michele Olivieri &#8211; MCA, Itália</title>
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		<dc:creator><![CDATA[GBC Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Nov 2017 18:12:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Michele Olivieri, nascido em Fano, Itália, em 1980, formou-se em arquitetura pela Faculdade de Ferrara em 2005. De 2003 a 2004 estudou Urbanismo e Desenho Industrial na cidade de Curitiba, Brasil, na Pontifícia Universidade Católica do Paraná, e trabalhou no prestigiado IPPUC &#8211; Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano, fundada por Jaime Lerner. De 2006 [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.gbcbrasil.org.br/entrevista-com-o-arquiteto-michele-olivieri-mca-italia/">Entrevista com o arquiteto Michele Olivieri &#8211; MCA, Itália</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.gbcbrasil.org.br">GBC Brasil</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="alignleft size-large wp-image-3254" src="https://www.gbcbrasil.org.br/wp-content/uploads/2017/11/Michele-Olivieri-banner-1-1024x538.png" alt="" width="1024" height="538" data-id="3254" srcset="https://www.gbcbrasil.org.br/wp-content/uploads/2017/11/Michele-Olivieri-banner-1-1024x538.png 1024w, https://www.gbcbrasil.org.br/wp-content/uploads/2017/11/Michele-Olivieri-banner-1-300x158.png 300w, https://www.gbcbrasil.org.br/wp-content/uploads/2017/11/Michele-Olivieri-banner-1-768x403.png 768w, https://www.gbcbrasil.org.br/wp-content/uploads/2017/11/Michele-Olivieri-banner-1.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><em>Michele Olivieri, nascido em Fano, Itália, em 1980, formou-se em arquitetura pela Faculdade de Ferrara em 2005. De 2003 a 2004 estudou Urbanismo e Desenho Industrial na cidade de Curitiba, Brasil, na Pontifícia Universidade Católica do Paraná, e trabalhou no prestigiado IPPUC &#8211; Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano, fundada por Jaime Lerner. De 2006 a 2010, enquanto trabalhava como arquiteto, desenvolveu atividade de pesquisa para a Universidade de Ferrara e Veneza (IUAV), obtendo um PhD em Tecnologia da Arquitetura com a tese &#8220;Vegetação nas Fachadas dos Edifícios para o Controle do Microclima&#8221;. A partir de 2008 colabora com o estúdio MCA &#8211; Mario Cucinella Architects em Bolonha, Itália, trabalhando como arquiteto e gerente em mais de 40 projetos e concursos como: sede da 3M, em Milão, os projetos preliminares e definitivos de um novo Campus universitário em Valle D&#8217;Aosta, o concurso para a extensão do campus da Universidade Bocconi em Milão, a direção artística da sede da Arpa em Ferrara e o projeto para a torre de Unipol Sai em Milão. Ele também trabalhou em vários projetos de grande escala de regeneração urbana como: a extensão da Fiera di Parma, o masterplan para a área do distrito de Romanina em Roma, o projeto para o desenvolvimento urbano do distrito de San Berillo em Catania e do masterplan para a distrito financeiro de Venetocity entre Pádua e Mestre. Durante os anos como colaborador com a MCA trabalhou como arquiteto e gerente de projeto para uma série de novas estruturas hospitalares na Itália e na África do Norte, entre eles o projeto definitivo de quatro hospitais na Toscana, nas províncias de Lucca, Prato, Pistoia e Massa Carrara , a construção do novo edifício de cirurgias para o hospital San Raffaele, em Milão, o projeto preliminar do novo &#8220;Centro hospitalo-Universitaire&#8221; (CHU) em Alger, e o projeto preliminar para o concurso da &#8220;Città della Salute e della Ricerca&#8221; em Milão, trabalhando como coordenador técnico da equipe do projeto.</em><br />
&nbsp;<br />
<strong>A sustentabilidade nas construções avança </strong><strong>em um ritmo acelerado em diversos </strong><strong>países. Como você avalia este cenário </strong><strong>nos próximos anos? Quais as perspectivas </strong><strong>para o setor?</strong><br />
Michele Olivieri: O assunto da sustentabilidade na arquitetura não é uma novidade por si mesmo e nos últimos 10-15 tornou-se um poderoso motor para sustentar o setor das construções. O emprego de materiais e produtos com uma pegada ambiental sustentável é hoje em dia muito comum, assim como a certificação de empreendimentos imobiliários (a partir do padrão <a href="http://gbcbrasil.org.br/sobre-certificado.php" target="_blank" rel="noopener noreferrer">LEED</a>). Isso tudo já está alcançando uma quota de mercado das construções muito grande e nesse sentido a arquitetura já conseguiu o resultado de pioneira na busca de soluções técnicas inovadoras. A maior barreira deste mercado hoje é a falta de soluções alcançáveis pelas faixas de baixa renda, que envolvem tanto a construção particular, como o desenvolvimento de novos espaços públicos. Neste setor a arquitetura precisa investir muito trabalho no futuro próximo, desenvolver linguagem, tecnologias e soluções para transformar a sustentabilidade num direito para todos<br />
&nbsp;<br />
<strong>Você participou da abertura da <span style="color: #0ec417;"><a href="http://gbcbrasil.org.br/infografico.php" target="_blank" rel="noopener noreferrer">7° Greenbuilding Conferência Internacional &amp; Expo</a></span></strong><span style="color: #0ec417;"><strong> </strong></span><strong>com uma palestra sobre Empatia Criativa. </strong><strong>Fale um pouco sobre o que é Empatia </strong><strong>Criativa na construção sustentável?</strong><br />
MO: Empatia criativa significa desenvolver cada projeto a partir dos recursos naturais, materiais e culturais diferentes oferecidos por cada lugar. Significa abandonar a ideia de uma arquitetura global que pode ser repetida (como um carimbo) igual a si mesma em cada canto do mundo, por causa da possibilidade de conseguir performance ambientais aceitáveis a partir do emprego de implantações cada vez mais caras e sofisticadas. Significa projetar, a cada vez, arquiteturas diferentes e novas, feitas para ocupar um determinado lugar no mundo, num tempo certo na história.<br />
&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;<br />
<strong>Qual a sua análise em relação ao Greenb</strong><strong>uilding Brasil Conferência Internacional </strong><strong>e Expo? Quais foram os pontos fortes </strong><strong>em sua opinião e o que você acredita </strong><strong>que ainda tem a evoluir no setor brasileiro </strong><strong>de construção sustentável, tanto nas </strong><strong>dimensões ambientais, quanto nas sociais </strong><strong>e econômicas?</strong><br />
MO: O Greenbuilding Brasil foi sem dúvida uma experiência interessante. A crise do setor da construção dos últimos anos no Brasil fez com que a busca de produtos, soluções arquitetônicas e certificações se tornasse uma opção de grande interesse por empresas e firmas. Isso é bom na medida em que transforma um momento difícil da economia brasileira, numa oportunidade de desenvolvimento, mas principalmente os arquitetos precisam encontrar a força e a coragem para conseguir algo maior do que isso, é preciso voltar a desenvolver nas grandes metrópoles brasileiras projetos de alto impacto arquitetônico e social, capazes de incorporar o que o mercado da tecnologia e das certificações podem oferecer, transformando o que hoje aparece como oportunidade de desenvolvimento econômico numa oportunidade de desenvolvimento social.<br />
&nbsp;<br />
<strong>No âmbito da construção sustentável se </strong><strong>aborda muito o termo “integração”. Como </strong><strong>você define esta palavra e qual a importância </strong><strong>dela para o setor?</strong><br />
MO: A palavra integração sempre teve na historia de nosso escritório e de nossa pesquisa como arquitetos interessados em desenvolver uma linguagem focada na sustentabilidade, um papel muito importante. Tudo o que nós conseguimos experimentar ao longo dos anos nos levou a pretender alcançar em cada projeto a máxima integração entre todos os aspectos, não apenas técnicos das nossas arquiteturas (o que hoje em dia após o desenvolvimento de instrumentos inovadores como todos os softwares que nos permitem trabalhar com modelos virtuais BIM, capazes de simular qualquer problema ou interferências do mundo real), mas também culturais, sociais e históricos de cada nova obra de arquitetura.<br />
&nbsp;<br />
<strong>Em sua opinião, qual a grande importância </strong><strong>de um sistema de automação bem </strong><strong>planejado na real eficiência das construções </strong><strong>verdes?</strong><br />
MO: A automação no mundo da produção industrial para o setor das construções não é uma novidade. Até ao ponto que é possível discutir bastante sobre os resultados que nas últimas décadas do século passado foram conseguidos. O que hoje é mais interessante observar é como o desenvolvimento de instrumentos informatizados cada vez mais sofisticados para controle dos projetos, estão conseguindo implementar e transformar a produção industrial favorecendo a difusão de peças que, apesar de serem produtos industriais, podem se diferenciar conforme a especificação dos Arquitetos para se adaptar às necessidades de cada projeto.<br />
&nbsp;<br />
<strong>Uma das questões mais discutidas no desenvolvimento </strong><strong>de um edifício sustentável </strong><strong>é a fase de operação, devido a ausência </strong><strong>de pessoal qualificado para a operação </strong><strong>do edifício. Como você avalia este cenário </strong><strong>e quais soluções que devem ser adotadas </strong><strong>para que o edifício opere de acordo </strong><strong>com o planejado em projeto?</strong><br />
MO: Não existe uma regra para este problema que não seja a formação de profissionais e usuários. Hoje é possível controlar ao longo do projeto a totalidade dos problemas que um prédio poderia gerar ao longo da sua vida, é possível construir modelos virtuais, colocando em cada componente as verdadeiras características em termos de custo, eficiência e duração. Esse tipo de controle que até poucos anos atrás era considerado inovador, está se tornando em muitos países do mundo uma demanda comum para qualquer novo empreendimento. Isso significa que o projeto hoje em dia, além de definir os detalhes da construção, precisa considerar e envolver a modalidade de utilização de um prédio ou de um espaço, no dia-a-dia, como ao longo da sua vida. Por isso é necessário acostumar também os usuários a estudar as características dos edifícios que utilizam como já fazem com qualquer equipamento tecnológico. Para incentivar isso é preciso mostrar de maneira muito clara as vantagens de utilizar no modo certo uma estrutura, desenvolvendo uma comunicação que seja cada vez mais simples e direta dos aspectos técnicos dos projetos.<br />
&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;<br />
<strong>Outro tema que vem sendo bastante discutido </strong><strong>no planejamento das construções </strong><strong>é a saúde e bem-estar dos usuários. </strong><strong>Quais os principais benefícios que um </strong><strong>projeto que prioriza esta questão pode </strong><strong>trazer tanto para empresa quando para </strong><strong>seus ocupantes?</strong><br />
MO: Um bom projeto de arquitetura deve considerar todos os fatores ambientais ao seu redor. Isso sempre foi uma demanda fundamental na história da arquitetura, que o mercado da especulação imobiliária do século passado resolveu tentar abandonar, gerando cidades e arquitetura monstruosas, muitas vezes escondidas atrás de fachadas modernistas ou neoclássicas. A arquitetura em si foi desenvolvida para servir e melhorar a qualidade de vidas dos homens, do ponto de vista ambiental, assim como social e cultural e é preciso voltar a desenvolver projetos capazes de alcançar esse objetivo. Implementar a qualidade do espaço urbano significa melhorar não apenas a salubridade dos espaços mas também oferecer mais oportunidades aos moradores. Os custos econômicos da qualidade nos projetos (especialmente de grande porte) precisam ser comparados com as vantagens em termos de bem-estar social gerado.<br />
&nbsp;<br />
<strong>Uma questão que também vem sendo </strong><strong>muito evidenciada nos projetos de construção </strong><strong>sustentável é a geração de energia </strong><strong>limpa através de placas fotovoltaicas, </strong><strong>sendo a Itália detentora de um alto nível </strong><strong>de conhecimento e tecnologias neste tipo de sistema. Como a experiência da Itália pode contribuir para a evolução desta tecnologia no Brasil?</strong><br />
MO: A tecnologia fotovoltaica já alcançou um elevado nível de desenvolvimento e maturidade. Ainda existe margem para desenvolver mais este tipo de produto, mais os níveis de industrialização e a queda dos custos fazem com que sejam bem acessíveis para qualquer mercado. O que seria interessante exportar da nossa experiência Italiana e Europeia, não podem ser apenas produtos ou tecnologias, mas o conjunto de regras, leis e políticas que foram aplicadas ao longo de quase 20 anos para incentivar a difusão de tecnologias sustentáveis. As políticas foram na nossa experiência a componente mais complicada e delicada no desenvolvimento dessas tecnologias e é preciso capitalizar todas as experiências e os muitos erros que já foram feitos na Europa.<br />
&nbsp;<br />
<strong>Em sua opinião, o que é preciso para que </strong><strong>os investidores, empresas, fabricantes e </strong><strong>sociedade definitivamente se conscientizem </strong><strong>da importância na construção e se </strong><strong>engajem na busca por um futuro mais </strong><strong>sustentável?</strong><br />
MO: Infelizmente, a crise do mercado imobiliário e o custo dos recursos que está se tornando cada vez mais alto, já reapresentam uma forma de incentivo que, além de dolorosa está se demostrando muito eficaz. Mas isso pode não ser suficiente. A arquitetura precisa retomar um pouco das suas responsabilidades sociais e culturais. O Arquiteto no Brasil, como em muitos lugares no mundo, tornou-se a partir das últimas décadas do século passado um profissional incapaz de incentivar ou inspirar, com a qualidade da sua obra, uma transformação nos costumes das pessoas. O Arquiteto num país complicado e difícil como o Brasil, não pode se limitar em projetar lindas moradias para os mais ricos ou botar colunas e capitéis em cima de prédios horrorosos! A difusão de um estilo de vida mais sustentável passa pelo desenvolvimento de modelos arquitetônicos inovadores capazes de incentivar uma verdadeira mudança social e cultural.<br />
<img decoding="async" class="alignleft wp-image-3246" src="https://www.gbcbrasil.org.br/wp-content/uploads/2017/11/Foto-1.png" alt="" width="159" height="191" data-id="3246" /><br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&#8220;A arquitetura em si foi desenvolvida para servir e melhorar a qualidade de vidas dos homens, do ponto de vista ambiental, assim como social e cultural e é preciso voltar a desenvolver projetos capazes de alcançar esse objetivo&#8221;.<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
<b>Entrevista retirada da <a href="http://gbcbrasil.org.br/revistas.php" target="_blank" rel="noopener noreferrer">10ª edição da Revista GBC Brasil</a>. </b></p>
<p>O post <a href="https://www.gbcbrasil.org.br/entrevista-com-o-arquiteto-michele-olivieri-mca-italia/">Entrevista com o arquiteto Michele Olivieri &#8211; MCA, Itália</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.gbcbrasil.org.br">GBC Brasil</a>.</p>
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		<title>Entrevista com Estevam Donnabella, Diretor da Controllar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[GBC Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Oct 2017 19:49:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estevam Donnabella é engenheiro por formação. Já atuou no Brasil e no exterior e hoje responde como diretor da Controllar, empresa de automação residencial com sede em Campinas (SP). Na entrevista abaixo, o engenheiro conta um pouco mais sobre sua trajetória e como foi parar na Controllar, além de explicar porque se sente cada vez [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="alignleft size-large wp-image-3222" src="https://www.gbcbrasil.org.br/wp-content/uploads/2017/10/Automação-Residencial-banner-1-1024x538.png" alt="" width="1024" height="538" data-id="3222" srcset="https://www.gbcbrasil.org.br/wp-content/uploads/2017/10/Automação-Residencial-banner-1-1024x538.png 1024w, https://www.gbcbrasil.org.br/wp-content/uploads/2017/10/Automação-Residencial-banner-1-300x158.png 300w, https://www.gbcbrasil.org.br/wp-content/uploads/2017/10/Automação-Residencial-banner-1-768x403.png 768w, https://www.gbcbrasil.org.br/wp-content/uploads/2017/10/Automação-Residencial-banner-1.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />Estevam Donnabella é engenheiro por formação. Já atuou no Brasil e no exterior e hoje responde como diretor da <a href="http://gbcbrasil.org.br/detalhe-membros.php?cod=1531&amp;segmentos=" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Controllar</a>, empresa de automação residencial com sede em Campinas (SP). Na entrevista abaixo, o engenheiro conta um pouco mais sobre sua trajetória e como foi parar na <a href="http://gbcbrasil.org.br/detalhe-membros.php?cod=1531&amp;segmentos=" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Controllar</a>, além de explicar porque se sente cada vez mais fascinado pelo universo da automação residencial e suas possibilidades, apesar dos desafios do mercado.<br />
&nbsp;<br />
<img decoding="async" class="alignleft wp-image-3214" src="https://www.gbcbrasil.org.br/wp-content/uploads/2017/10/Estevam-Donnabella-Foto-1-1.png" alt="" width="153" height="225" data-id="3214" /><b></b><i></i><u></u><br />
&nbsp;<br />
<strong>Conte-nos mais sobre você e sua trajetória.</strong><br />
<strong>Estevam Donnabella:</strong> Me formei em engenharia mecatrônica pela UNICAMP. Tive várias experiências profissionais, passando desde a área acadêmica no exterior até a oportunidade de atuar em uma empresa multinacional alemã. Porém, sempre tive vontade de trabalhar em uma empresa enxuta e inovadora, onde eu pudesse ter voz ativa e fazer a diferença, onde para as ideias saírem do papel realmente dependesse somente de nós e não de estruturas burocráticas e politicagem. Quando conheci a <a href="http://gbcbrasil.org.br/detalhe-membros.php?cod=1531&amp;segmentos=" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Controllar</a>, foi paixão a primeira vista. Percebendo o potencial do conceito e que estaria trabalhando com pessoas realmente brilhantes, mergulhei de cabeça. Depois de alguns anos de trabalho duro, fui chamado para participar da sociedade da empresa.<br />
&nbsp;<br />
<strong>Qual o DNA da Controllar?</strong><br />
<strong>ED:</strong> A <a href="http://gbcbrasil.org.br/detalhe-membros.php?cod=1531&amp;segmentos=" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Controllar</a> trabalha no desenvolvimento de novas tecnologias, sempre focando em 3 pilares:<br />
<strong>1) Intuitividade:</strong> Hoje em dia temos muita coisa para consumir. Ninguém lê manual de instruções. Toda tecnologia desenvolvida para o consumidor em geral deve ser extremamente fácil de utilizar, mesmo que isso signifique muito tempo de engenharia de alta qualidade e esforço para ser desenvolvido. Quando meu sócio, Márcio Mello, estava construindo sua casa de 800m2, no ano de 1999, se deparou com questões como “Se eu esquecer a luz da cozinha ligada, como vou ficar sabendo?“, “Percebi que esqueci o jardim aceso, vou ter que descer para desligar?“ ou até mesmo “Será que esqueci o portão da garagem aberto e o cachorro vai fugir?“. “Será que esqueci o ar condicionado ligado?“. “Está chovendo, será que a janela está fechada?“. Claramente são questões que envolvem a gestão da casa. Porém, o grande desafio era criar um sistema de gestão das coisas da casa que fosse intuitivo suficiente para qualquer pessoa que more ou visite o imóvel consiga utilizar. Daí nasceu a ideia central do sistema <a href="http://gbcbrasil.org.br/detalhe-membros.php?cod=1531&amp;segmentos=" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Controllar</a> que é criar painéis personalizados utilizando a planta baixa da casa. Assim, desde o primeiro cliente até hoje, a <a href="http://gbcbrasil.org.br/detalhe-membros.php?cod=1531&amp;segmentos=" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Controllar</a> sempre automatiza a casa inteira, nunca apenas um ou dois cômodos.<br />
<strong>2) Robustez:</strong> Desde a gênese do sistema <a href="http://gbcbrasil.org.br/detalhe-membros.php?cod=1531&amp;segmentos=" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Controllar</a>, a preocupação sempre foi: se vamos colocar uma tecnologia digital em uma casa, ela deve perdurar por décadas e nosso sistema não pode durar menos do que isso. A escolha do protocolo de comunicação CAN foi essencial para essa estratégia, permitindo que toda a instalação do sistema não sofra interferências eletromagnéticas, garantindo que o sistema nunca trave. Não é atoa que a <a href="http://gbcbrasil.org.br/detalhe-membros.php?cod=1531&amp;segmentos=" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Controllar</a> é a empresa que oferece a maior garantia em seu sistema em todo o mundo.<br />
<strong>3) Custo:</strong> De nada adianta ter uma tecnologia intuitiva e robusta, se não for acessível a todos. A <a href="http://gbcbrasil.org.br/detalhe-membros.php?cod=1531&amp;segmentos=" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Controllar</a> entende que a automação residencial deve ser uma tecnologia acessível a todas as pessoas, independentemente da faixa etária, escolaridade e renda. Chegamos em ferramentas tão inteligentes e versáteis, tanto de produção quanto de instalação, que mesmo nosso produto tendo custo de matéria prima e componentes mais caros que dos concorrentes, devido ao alto grau de qualidade, nosso preço para o cliente final, para a casa toda, ainda sim fica mais barato.<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Inscrições abertas para o curso &#8220;<a href="http://gbcbrasil.org.br/detalhe-curso.php?idCurso=230" target="_blank" rel="noopener noreferrer">GBC Brasil Casa e Condomínio</a>&#8220;</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><a class='btn-personal' href='http://gbcbrasil.org.br/detalhe-curso.php?idCurso=230' target='true' style='color:#ffffff;background-color:#14b7b7'>SAIBA MAIS</a></strong></p>
<p>&nbsp;<br />
<strong>A introdução das Certificações para Edificações acarretou numa quebra de paradigma significativa na percepção de projetos. Passou a questionar os projetos que eram considerados obra de arte, porém não contemplavam o bem-estar do usuário e a performance. O mesmo aconteceu com a automação residencial, passando de um “sistema de luxo” para uma solução e condicionante para quem busca a eficiência, conforto, qualidade e gestão de um espaço. Como avalia todo esse processo?</strong><br />
<strong>ED:</strong> As empresas que iniciaram no mercado de automação residencial no passado, realmente focaram muito na espetacularização da casa, principalmente do Home Theater. Por ser talvez o cômodo da casa que mais se gasta dinheiro com equipamentos, o Home Theater sempre chamou a atenção do mercado de automação residencial. Sendo assim, durante muito tempo, a tecnologia de automação residencial ficou focada em comandar os equipamentos de áudio e vídeo por aplicativos em tablets, bem como acender e apagar luzes, abrir e fechar janelas deste local e de seus ambientes adjacentes como a sala, por exemplo. A <a href="http://gbcbrasil.org.br/detalhe-membros.php?cod=1531&amp;segmentos=" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Controllar</a> por outro lado nasceu de uma necessidade real: a gestão da casa. Como dito anteriormente, a ideia de se utilizar o mapa do imóvel em painéis fixos na parede, bem como em aplicativos para smartphones e tablets, possibilitou uma interface de operação intuitiva, além de promover uma ferramenta fácil de gestão das coisas do imóvel, como iluminação, equipamentos, cortinas, motores etc, ao olhar para um único local: o painel Master. Assim, o foco da <a href="http://gbcbrasil.org.br/detalhe-membros.php?cod=1531&amp;segmentos=" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Controllar</a> sempre foi a automação de todo o imóvel e nunca apenas de um ou alguns cômodos, como as outras soluções do mercado. Caso contrário a ideia de gestão se perderia.<br />
Por fim, digo que em consonância com este movimento e quebras de paradigma e de valores que as certificações sustentáveis trouxeram, a <a href="http://gbcbrasil.org.br/detalhe-membros.php?cod=1531&amp;segmentos=" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Controllar</a> realmente foca no conforto e intuitividade de operação da casa, promovendo economia evitando o desperdício de recursos naturais e energéticos. Uma prova que respalda essa sinergia é o fato de a <a href="http://gbcbrasil.org.br/detalhe-membros.php?cod=1531&amp;segmentos=" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Controllar</a> ser a única empresa de automação residencial membro do <a href="http://gbcbrasil.org.br/faca_parte.php" target="_blank" rel="noopener noreferrer">GBC Brasil</a>.<br />
E não é por causa de sua filosofia que a <a href="http://gbcbrasil.org.br/detalhe-membros.php?cod=1531&amp;segmentos=" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Controllar</a> deixa de oferecer soluções interessantes do ponto de vista emotivo. Pelo contrário, a <a href="http://gbcbrasil.org.br/detalhe-membros.php?cod=1531&amp;segmentos=" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Controllar</a> foi a primeira empresa brasileira de automação residencial e, possivelmente a única até a presente data, a integrar sua solução com a Alexa, inteligência artificial da empresa americana Amazon. Naturalmente, conforme outras inteligências forem tomando seu lugar no mercado, a integração com o sistema virá naturalmente. Alguns exemplos são: Cortana da Microsoft, Siri da Apple, Google Assistent, Watson da IBM, etc. Cada vez mais este tipo de device estará presente nos lares e estabelecimentos e, naturalmente, terão seu papel no que diz respeito à gestão da casa.<br />
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<strong>Como a Controllar trabalha para acelerar essa transformação da cultura sobre a automação no mercado?</strong><br />
<strong>ED:</strong> Este é um grande desafio. O mercado de automação residencial ainda é novo e a população no geral ainda desconhece suas vantagens. Ainda sim, as poucas pessoas que já ouviram falar, no geral profissionais da área de construção civil, possuem objeções clássicas como “Automação residencial é cara“, “automação residencial dá problema“, “Automação residencial é complicado de usar“. Então a <a href="http://gbcbrasil.org.br/detalhe-membros.php?cod=1531&amp;segmentos=" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Controllar</a> promove palestras e workshops em universidades e escolas técnicas, bem como em organizações relacionadas com o tema da construção civil, como a própria <a href="http://gbcbrasil.org.br/certificacao-casa.php" target="_blank" rel="noopener noreferrer">GBC</a>, para conscientizar os formadores de opinião e os técnicos que irão especificar as soluções para o cliente final de que a automação residencial é muito mais do que apenas a espetacularização da casa.<br />
Em paralelo, a <a href="http://gbcbrasil.org.br/detalhe-membros.php?cod=1531&amp;segmentos=" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Controllar</a> também desenvolve ações junto ao público final, participando de mostras de arquitetura e construção a fim de mostrar as maravilhas que o sistema de automação da <a href="http://gbcbrasil.org.br/detalhe-membros.php?cod=1531&amp;segmentos=" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Controllar</a> pode fazer para facilitar e melhorar a experiência do cliente com sua casa.<br />
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<p style="text-align: center;"><strong>Compreenda como funciona a certificação GBC Brasil Casa!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><a class='btn-personal' href='http://lp.rlkpro.com/l/EOIha0ABF1153' target='true' style='color:#ffffff;background-color:#70d628'>CLIQUE AQUI</a></strong></p>
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<strong>Outro questionamento muito comum é em relação ao investimento. Todos podem ter uma automação de qualidade e eficiente em sua casa, estabelecimento comercial, prédio, condomínio, etc?</strong><br />
<strong>ED:</strong> Sem dúvidas é possível ter um sistema de automação em casa ou em algum estabelecimento por um valor acessível. Realmente houve no passado um período em que somente mansões comportariam um sistema de automação. Hoje, a <a href="http://gbcbrasil.org.br/detalhe-membros.php?cod=1531&amp;segmentos=" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Controllar</a>, com suas soluções com preços diferenciados, automatiza inclusive apartamentos pequenos de 35m², bem como casas fora de condomínio, para classe média. Em termos de cobertura de mercado, a <a href="http://gbcbrasil.org.br/detalhe-membros.php?cod=1531&amp;segmentos=" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Controllar</a> hoje pode atender o cliente pequeno, com renda modesta, cobrindo as necessidades básicas de seu imóvel, como a iluminação por exemplo, até o cliente de alto poder aquisitivo, que poderá incluir praticamente todos os aparelhos e elementos eletrônicos que tiver em sua residência. A missão da <a href="http://gbcbrasil.org.br/detalhe-membros.php?cod=1531&amp;segmentos=" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Controllar</a> é realmente democratizar o uso da automação residencial, tendo como meta, ainda nesta geração, possibilitar que todas as residências possam desfrutar deste conforto.<br />
Para estabelecimentos comerciais, áreas comuns de condomínios, galpões e quaisquer outros espaços grandes e com fins lucrativos, o ganho na economia de energia pode ser ainda maior. Haja visto nosso caso mais notável, a faculdade REGIS na cidade de Ribeirão Preto (SP), que conseguiu um payback do sistema em aproximadamente 2 anos, tamanha foi a economia de energia elétrica por causa da gestão de todo o complexo de 7 pavimentos na parte de iluminação e ar condicionado.<br />
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<strong>Existe um case muito interessante que vocês estão participando, que é a obra da Montage Botafogo. Uma edificação residencial vertical que irá obter a <a href="http://gbcbrasil.org.br/certificacao-casa.php" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Certificação CASA</a>. Para o morador, quais serão os benefícios oferecidos?</strong><br />
<strong>ED:</strong> Este foi um caso muito interessante. Quando o Rodrigo e o Flavio, sócios da Montage, vieram nos procurar, a ideia era fazer um sistema de gestão da área comum. Espantados com o custo para automatizar as unidades, estes entenderam que, além de o sistema estar em harmonia com a sustentabilidade, agregando valor e ajudando a pontuar para a obtenção do selo, teriam um grande diferencial de vendas. Por isso, assumimos a responsabilidade de automatizar tanto as unidades quanto a área comum do empreendimento.<br />
Os benefícios para os moradores são, portanto, além da própria gestão do imóvel através do sistema, que trará conforto e economia de energia, também é possível citar uma taxa de condomínio abaixo da média, já que toda a área comum também está no sistema de automação <a href="http://gbcbrasil.org.br/detalhe-membros.php?cod=1531&amp;segmentos=" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Controllar</a>. Assim como o exemplo da faculdade em Ribeirão Preto, toda a gestão do complexo será feita pela portaria e sala administrativa, promovendo uma excelente economia de energia por evitar desperdícios.<br />
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<p style="text-align: center;"><strong>Veja também o vídeo de Estevam Donnabella!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><b></b><strong><a class='btn-personal' href='https://www.youtube.com/watch?v=iibcSdmzXCs ' target='true' style='color:#ffffff;background-color:#73d62c'>VEJA AQUI</a></strong></p>
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<strong>Entrevista retirada da <a href="http://gbcbrasil.org.br/revistas.php" target="_blank" rel="noopener noreferrer">13ª edição da Revista GBC Brasil</a>. </strong><br />
A <a href="http://gbcbrasil.org.br/detalhe-membros.php?cod=1531&amp;segmentos=" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Controllar</a> é Membro do <a href="http://gbcbrasil.org.br/faca_parte.php" target="_blank" rel="noopener noreferrer">GBC Brasil</a>. Conheça a empresa <a href="http://gbcbrasil.org.br/detalhe-membros.php?cod=1531&amp;segmentos=" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>clicando aqui</strong></a>.<br />
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<p>O post <a href="https://www.gbcbrasil.org.br/entrevista-com-estevam-donnabella-diretor-da-controllar/">Entrevista com Estevam Donnabella, Diretor da Controllar</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.gbcbrasil.org.br">GBC Brasil</a>.</p>
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